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Geração e cultivo celular de células pluripotentes no modelo suíno: a busca pela geração e caracterização diferencial entre células primed x naïve

Processo: 17/02049-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2017
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Fabiana Fernandes Bressan
Beneficiário:Manuela Pereira Caçorla
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/26818-5 - Investigação de mecanismos celulares e moleculares da aquisição da toti- e pluripotência induzida in vitro - modelo translacional, AP.JP
Assunto(s):Células-tronco pluripotentes   Reprogramação celular   Transdução de sinais

Resumo

É conhecido que CTEs e iPS humanas precisam de bFGF mas não LIF enquanto que CTEs e iPS murinas precisam de LIF mas não bFGF para a manutenção da pluripotência in vitro. O estágio "naïve" é representado pela massa celular interna do embrião pré-implantação, exemplificado pelas CTEs murinas, e o estágio "primed" pelo epiblasto pós-implantação e CTEs humanas (Nichols & Smith 2009; Ware et al., 2014). Em iPS de outras espécies, o mecanismo de ação das vias de diferenciação/manutenção de pluripotência como JAK/STAT e MAPK, por exemplo, não é bem conhecido. Em experimentos anteriores, pode ser observado em nosso laboratório que a adição de LIF ou inibidores das vias MEK e GSK3 (PD0325091 e CHIR99021, ou 2i) não influenciou positivamente na produção de colônias reprogramadas em bovinos ou suínos (dados não publicados). Em outro estudo recente em suínos foi reportado que o uso de tais inibidores não se mostraram benéficos para a reprogramação (Petkov et al., 2014). Nesta proposta será utilizado o modelo suíno para a produção de células iPS com e sem suplementação de bFGF, LIF e 2i, em delineamento multifatorial. Além da eficiência de reprogramação serão analisadas possíveis vias de sinalização pós reprogramação nestas condições através do perfil de miRNA em busca de vias metabólicas que caracterizem células naïve ou primed nas diferentes condições. A geração e estabelecimento destas células possibilitará os experimentos subsequentes com geração de células germinativas, gametas e análise de sua funcionalidade. (AU)