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Desenvolvimento de atividades de ensino de citologia para alunos com deficiências visuais

Processo: 16/15853-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2017
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Educação - Ensino-aprendizagem
Pesquisador responsável:Estéfano Vizconde Veraszto
Beneficiário:Nathália Elisa Ferreira Vicente
Instituição-sede: Centro de Ciências Agrárias (CCA). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Araras , SP, Brasil
Assunto(s):Educação inclusiva   Ensino de biologia   Ensino de ciências   Transtornos da visão   Pessoas com deficiência visual   Material didático

Resumo

Para se ter uma Educação Inclusiva, faz-se necessário que haja materiais específicos que auxiliem com alunos com deficiência visual, para seu pleno desenvolvimento escolar, explorando outros sentidos e no último caso, ampliando imagens e objetos que diminuam o esforço visual para alunos com baixa visão. Todavia, em uma perspectiva inclusiva, o material deve servir também para alunos videntes. E muitas vezes isso não tem ocorrido no contexto escolar, onde o ensino de ciências, de uma maneira geral, tem se pautado em princípios visuais, perpetuando assim práticas excludentes. Partindo desse princípio, o objetivo deste trabalho é desenvolver atividades de ensino sobre biologia celular que contemplem alunos com deficiência visual presentes no Ensino Médio e que sejam econômica e ecologicamente viáveis. Para tanto, será feito um levantamento bibliográfico da produção científica na área, com o intuito de angariar subsídios para o desenvolvimento do projeto. A análise desse material será amparada em pressupostos qualitativos, e o material desenvolvido adotará critérios da teoria da multisensorialidade aplicada ao ensino de ciências para alunos com deficiência visual. Enfim, espera-se que os resultados possam a vir ser empregados no ensino de biologia, levando em conta que, tanto professores atuantes no ensino regular, como aqueles que estão em processo de formação, superem concepções pré-estabelecidas de que a deficiência é um fator limitante e impeditivo no processo de ensino-aprendizagem. (AU)