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Indução da pluripotência celular e diferenciação in vitro no modelo suíno como modelo translacional

Processo: 17/02159-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Pesquisador responsável:Fabiana Fernandes Bressan
Beneficiário:Lucas Simões Machado
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/26818-5 - Investigação de mecanismos celulares e moleculares da aquisição da toti- e pluripotência induzida in vitro - modelo translacional, AP.JP
Bolsa(s) vinculada(s):17/13973-8 - Geração e caracterização funcional de células neurais derivadas de iPSCs de pacientes com doenças neurodegenerativas, BE.EP.MS
Assunto(s):Biologia celular   Células-tronco   Reprogramação celular

Resumo

Em 2006, Takahashi e colaboradores demonstraram ser possível a obtenção de células-tronco pluripotentes por indução gênica (induced pluripotent stem cell, iPSC). Desde o surgimento desta técnica muito já foi desenvolvido. Diversos modelos animais foram gerados, ampliando ainda mais as possibilidades na pesquisa. Esses permitem a criação de modelos para doenças genéticas humanas, por exemplo, esclerose lateral amiotrófica, autismo, esquizofrenia, doença de Parkinson e Alzheimer e o aprimoramento de características relevantes para produção animal. Nesse sentido, o modelo suíno já é considerado vantajoso sobre os outros modelos animais disponíveis. Os métodos iniciais com que células diferenciadas foram induzidas ao estado de pluripotência se baseavam em um sistema integrativo com vetores virais, permanentemente alterando o genoma. Tais métodos podem produzir mutações que interferam com a função das células produzidas e a expressão residual dos transgenes pode influenciar na função, tumorgenicidade e na diferenciação das células. Métodos alternativos à utilização de vírus são almejados pela segurança que fornece na indução à pluripotência por não ser um sistema integrativo. O vetor epissomal é baseado no em plasmídeo no qual são inseridos os genes EBNA1 e a sequência OriP do herpesvírus Epstein-Barr (EBV), permitindo-o a sua replicação extracromossomal. Ainda o vetor epissomal é espontaneamente e gradualmente eliminado das células. Reconhecendo as vantagens que o modelo suíno traz a pesquisa nas diferentes áreas da biomedicina e agropecuária, e a importância e necessidade de mais estudos na reprogramação de células pluripotentes induzidas, este projeto tem como objetivo a realizar a diferenciação de fibroblastos suínos em iPS pelo uso de vetores epissomais e a subsequente diferenciação induzida in vitro em células progenitoras neurais. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
MACHADO, LUCAS SIMOES; PIERI, NAIRA CAROLINE GODOY; BOTIGELLI, RAMON CESAR; DE CASTRO, RAQUEL VASCONCELOS GUIMARAES; DE SOUZA, ALINE FERNANDA; BRIDI, ALESSANDRA; LIMA, MARINA AMARO; FANTINATO NETO, PAULO; PESSOA, LAIS VICARI DE FIGUEIREDO; MARTINS, SIMONE MARIA MASSAMI KITAMURA; DE ANDRADE, ANDRE FURUGEN CESAR; FREUDE, KRISTINE KARLA; BRESSAN, FABIANA FERNANDES. Generation of neural progenitor cells from porcine-induced pluripotent stem cells. JOURNAL OF TISSUE ENGINEERING AND REGENERATIVE MEDICINE, v. 14, n. 12 NOV 2020. Citações Web of Science: 0.

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