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Descrevendo a comunidade arbórea em áreas da Caatinga: riqueza e biomassa

Processo: 17/03253-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Convênio/Acordo: NERC, UKRI ; Newton Fund, com FAPESP como instituição parceira no Brasil
Pesquisador responsável:Tomas Ferreira Domingues
Beneficiário:Marcelo Yukio Barreto Mizushima
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/50488-5 - Nordeste: uma nova ciência para um importante, porém negligenciado bioma, AP.SPEC
Assunto(s):Biodiversidade   Biomassa   Caatinga

Resumo

Formações vegetais da Caatinga variam consideravelmente em composição de espécies (riqueza), dominância e densidade de fustes. Tais características são comumente utilizadas como descritores ecológicos possibilitando comparações não apenas entre vegetações, mas também entre regiões distintas. Importante da mesma forma, tal alta variabilidade instiga questões como: O que causa a variação na composição de espécies? Os padrões observados se repetem, e portanto, são causados por um fator específico como por exemplo, a fertilidade do solo? Como serão as propriedades da comunidade no futuro próximo em resposta s mudanças globais? Por exemplo, existem indícios que sugerem que formações na Caatinga em bacias sedimentares, sobre solos mais férteis, possuem maior riqueza de espécies quando comparadas com vegetações habitando áreas com uma geologia de origem distinta como o escudo cristalino. Esta proposta tem como objetivo relacionar as variações observadas em composição de espécies e a dominância e a densidade de árvores considerando ambos clima local e propriedades pedológicas. Neste estudo iremos estabelecer doze parcelas permanentes em áreas de estudo na Bahia, Pernambuco e Ceará. Vegetações a serem abrangidas são a Caatinga arbórea (agreste) e a Caatinga arbustiva (sertão). Todas as árvores com diâmetro na altura do peito maior que 5 cm serão inventoriadas. Tais árvores serão identificadas ao nível taxonômico máximo possível com a ajuda de botânicos especialistas na área. Árvores individuais serão mapeadas e receberão uma etiqueta numerada, e seus diâmetros e alturas serão determinados. Índices de diversidade (eg. o índice de Jaccard) será utilizado para se avaliar as diferenças entre as formações. (AU)