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Efeito da concentração do Tomato chlorosis virus (ToCV) em batateira nos processos de aquisição e transmissão por Bemisia tabaci biótipo B

Processo: 17/00560-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Jorge Alberto Marques Rezende
Beneficiário:Heron Delgado Kraide
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/51771-4 - Begomovírus e Crinivirus em Solanaceas: epidemiologia molecular e estratégias, AP.TEM
Assunto(s):Solanum tuberosum   Tomato chlorosis virus   Crinivirus   Vírus de plantas

Resumo

A batateira (Solanum tuberosum) é a hortaliça mais cultivada e de maior importância econômica do Brasil. A cultura sempre foi alvo de muitas doenças e, nos últimos anos, alguns vírus emergentes, com altas taxas de disseminação, surgiram prejudicando os cultivos. Dentre eles, uma espécie do gênero Crinivirus se destaca, o Tomato chlorosis virus (ToCV). Esse Crinivirus é transmitido eficientemente, de maneira semi-persistente, pelo aleirodídeo Bemisia tabaci biótipo B (mosca branca), um inseto polífago e amplamente disseminado por todo país. As variedades de batata cultivadas são suscetíveis ao vírus, porém estudos recentes indicaram diferenças significativas na concentração do vírus entre alguns genótipos estudados. A menor concentração de vírus nos tecidos da planta pode ter efeito na epidemiologia da doença no campo, uma vez que pode afetar o processo de aquisição do vírus por B. tabaci e consequentemente a posterior transmissão para plantas sadias. Diante disso, esse trabalho tem como objetivos: a) avaliar a eficiência de plantas de batata das variedades Camila e Ágata como fontes de inóculo do ToCV para B. tabaci biótipo B e posterior transmissão para tomateiros e b) quantificar o ToCV nas variedades de batateira fontes de inóculo e em B tabaci biótipo B após a aquisição do vírus. Espera-se que esses resultados permitam identificar características em genótipos de batateira que possam ser úteis para a elaboração de medidas de manejo adequadas da doença. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: