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Co-inoculação de Rhizobium e Azospirillum na cultura do feijão comum

Processo: 16/07591-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Adalton Mazetti Fernandes
Beneficiário:Amanda Prado Gilabel
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Manejo e tratos culturais   Grãos   Azospirillum brasilense   Rhizobium tropici   Phaseolus vulgaris

Resumo

Dentre os nutrientes exigidos pelo feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.), o nitrogênio (N) é o mais absorvido. Os fertilizantes nitrogenados, uma das principais fontes de N para a cultura, apresentam elevado custo econômico e energético, baixa eficiência de utilização pelas plantas, além de risco ambiental. Dessa forma, há um grande interesse em estratégias que visem à redução na aplicação de fertilizantes e, consequentemente, melhorias em termos de sustentabilidade nas áreas agrícolas. Nesse sentindo, uma técnica que começa a ser explorada na cultura do feijão é a co-inoculação, que consiste na associação de bactérias do gênero Azospirillum com as do gênero Rhizobium. É possível que algumas bactérias, dentre elas as do gênero Azospirillum brasilense, beneficiem o crescimento da planta por uma combinação de vários mecanismos. O objetivo desse trabalho é avaliar o efeito da co-inoculação no crescimento radicular, nodulação, acúmulo de N e produtividade de grãos do feijoeiro comum, e entender como a tecnologia pode beneficiar o desempenho da cultura. O projeto de pesquisa constará de dois experimentos conduzidos em condições de campo, durante a safra "das águas" e safra "da seca" do ano agrícola 2016/2017, na Fazenda Experimental Lageado, da Faculdade de Ciências Agronômicas - UNESP, campus de Botucatu, no Município de Botucatu - SP. Os experimentos serão conduzidos no delineamento de blocos ao acaso, com quatro repetições. Os tratamentos serão: T0: Controle absoluto (sem inoculação e sem adubação nitrogenada); T1: Controle com N mineral (sem inoculação e com 80 kg ha-1 de N); T2: inoculação com Rhizobium tropici 2,5 x 106 células semente-1; T3: inoculação com Azospirillum brasilense 2,5 x 105 células semente-1; T4: inoculação com A. brasilense 5,0 x 105 células semente-1; T5: co-inoculação R. tropici 2,5 x 106 células semente-1 + A. brasilense 2,5 x 105 células semente-1; T6: co-inoculação R. tropici 2,5 x 106 células semente-1 + A. brasilense 5,0 x 105 células semente-1. No estádio R6 as plantas de feijão serão avaliadas quanto ao índice relativo de clorofila, diagnose foliar, número e massa de matéria seca de nódulos, teor de N-ureído, crescimento radicular, área foliar, massa de matéria seca de raízes e parte aérea, teor e quantidade acumulada de nutrientes na parte aérea. Por ocasião do encerramento do ciclo das plantas serão avaliados os componentes de produção, produtividade de grãos e teor de proteína nos grãos. Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância. As médias dos tratamentos serão comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Com esse estudo saberemos se a co-inoculação estimula o crescimento da superfície radicular e, consequentemente, aumenta o volume de solo explorado pelas mesmas, e também se essa técnica potencializa a FBN pelo Rhizobium, por meio do aumento da nodulação e/ou pela atividade do nódulo. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
GILABEL, Amanda Prado. Co-inoculação de rhizobium e azospirillum e adubação nitrogenada na cultura do feijão comum. 2018. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Ciências Agronômicas (Campus de Botucatu)..

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