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Nutrição e produtividade do feijoeiro comum em função da co-inoculação de Rhizobium tropici e Azospirillum brasilense e aplicação de nitrogênio na semeadura

Processo: 17/04387-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2017
Vigência (Término): 30 de abril de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Adalton Mazetti Fernandes
Beneficiário:Rodrigo Alves de Paula
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Azospirillum brasilense   Rhizobium tropici   Phaseolus vulgaris   Manejo e tratos culturais   Nitrogênio   Fertilizantes nitrogenados   Inoculação

Resumo

O nitrogênio (N) é o nutriente exigido em maior quantidade pelo feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris L.). Os fertilizantes nitrogenados utilizados apresentam elevado custo econômico e energético, além da baixa eficiência de uso pelas plantas, o que resulta em elevadas perdas e risco ao ambiente. A co-inoculação de bactérias do gênero Azospirillum com as do gênero Rhizobium pode ser alternativa para o suprimento de N à cultura, pois pode estimular o crescimento do sistema radicular e/ou por potencializar a nodulação do feijoeiro, reduzindo a necessidade de fertilizantes nitrogenados. O objetivo desse trabalho é avaliar o efeito da co-inoculação de Rhizobium tropici e Azospirillum brasilense e da adubação nitrogenada de semeadura no crescimento, acúmulo de N e produtividade de grãos do feijoeiro comum. O experimento será conduzido em condições de campo, na Fazenda Experimental Lageado, da Faculdade de Ciências Agronômicas - UNESP, campus de Botucatu, no Município de Botucatu - SP. O delineamento será em blocos casualizados, em esquema fatorial 5 x 2, com quatro repetições. Serão estudados cinco tratamentos de inoculação/co-inoculação e aplicação de N em cobertura [controle absoluto (sem inoculação e sem adubação com N); aplicação de 60 kg ha-1 de N em cobertura em V4; inoculação com R. tropici 2,5 x 106 células semente-1; inoculação com A. brasilense 2,5 x 105 células semente-1; co-inoculação R. tropici 2,5 x 106 células semente-1 + A. brasilense 2,5 x 105 células semente-1], combinados com a aplicação ou não de N na semeadura (20 kg ha-1). No estádio R6, as plantas de feijão serão avaliadas quanto ao índice relativo de clorofila, teor de nutrientes nas folhas, massa de matéria seca da parte aérea e teor e quantidade acumulada de N na parte aérea. Por ocasião do encerramento do ciclo das plantas, serão avaliados os componentes de produção, produtividade de grãos e teor de proteína nos grãos. Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância. As médias dos tratamentos serão comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. (AU)