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Avaliação da disfagia adquirida após a ocorrência de acidente vascular cerebral ou de trauma crânio-encefálico em pacientes residentes no município de Guarulhos/SP

Processo: 17/03118-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Convênio/Acordo: CNPq - PPSUS
Pesquisador responsável:Andréia de Fátima Nascimento
Beneficiário:Nathália Reis Sgarbi
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP). Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/15203-2 - Linha de cuidado de pessoas com transtornos fonoaudiológicos neurogênicos adquiridos no município de Guarulhos, AP.PP.SUS
Assunto(s):Acidente vascular cerebral   Traumatismos craniocerebrais   Transtornos de deglutição   Prognóstico   Saúde pública   Guarulhos (SP)

Resumo

As causas externas, com destaque para os acidentes de transporte terrestres, e as doenças crônicas não transmissíveis (dentre as quais se destacam as doenças cerebrovasculares) são as principais causas de morbimortalidade no Brasil. Além do elevado número de mortes, elas também estão associadas a sequelas e incapacidade. Muitos pacientes que sofrem acidentes vasculares cerebrais (AVC) ou traumas crânio-encefálicos (TCE) decorrentes de causas externas sobrevivem a estes eventos com sequelas cognitivas e/ou motoras. A incidência de transtornos fonoaudiológicos neurogênicos adquiridos (TFNA) é expressiva entre estes pacientes e até o momento não existem políticas públicas que assegurem o cuidado a estes transtornos. A disfagia caracteriza-se por alteração no processo da deglutição que pode ocasionar prejuízo às condições pulmonares e nutricionais com gravidade variável. O objetivo do projeto de pesquisa "LINHA DE CUIDADO DE PESSOAS COM TRANSTORNOS FONOAUDIOLÓGICOS NEUROGÊNICOS ADQUIRIDOS NO MUNICÍPIO DE GUARULHOS" é estimar a incidência de disfagia em pacientes que tenham sofrido AVC ou TCE e estudar seu prognóstico. Para classificar o grau de disfagia será utilizada a Escala Funcional de Ingestão por Via Oral - Functional Oral Intake Scale - FOIS desenvolvida por Crary et al (2005) que permite comparar os níveis de ingestão apontados em uma escala de 1 a 7 mostrando a evolução da dieta por via oral. Enquanto um paciente classificado como nível 7 na FOIS não apresenta qualquer limitação e alimenta-se normalmente por via oral, outro com nível 1 não ingere qualquer alimento por via oral. (AU)