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Esquiva e transtornos relacionados a ameaças

Processo: 16/24681-5
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de julho de 2017
Vigência (Término): 30 de junho de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Felipe D Alessandro Ferreira Corchs
Beneficiário:Felipe D Alessandro Ferreira Corchs
Anfitrião: Daniela Schiller
Instituição-sede: Instituto de Psiquiatria Doutor Antonio Carlos Pacheco e Silva (IPq). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Icahn School of Medicine at Mount Sinai, Estados Unidos  
Assunto(s):Adultos   Transtornos de estresse pós-traumáticos   Condicionamento operante   Transtornos de ansiedade   Emoções   Esquiva

Resumo

Transtornos de ansiedade e transtornos relacionados ao trauma e ao estresse têm sido entendidos como problemas psiquiátricos relacionados aos mecanismos biocomportamentais de defesa contra ameaças. Apesar do comportamento de esquiva ser considerado um dos pontos centrais na compreensão da gênese e tratamento destes transtornos, a pesquisa nessa área foi abandonada nas últimas décadas, especialmente em populações clínicas. Por outro lado, a evolução do conhecimento no campo dos comportamentos reflexos de defesa nesses transtornos foi tão grande e com tanto potencial de contribuição para a evolução da área clínica que o interesse na pesquisa sobre aprendizagem operante, em especial fuga e esquiva, tem renascido. Nesse contexto, o presente projeto tem como objetivo a exploração das características de aprendizagem de esquiva em sujeitos com transtornos relacionados a ameaças através da exposição de uma amostra dessa população, assim como de controles sem transtornos psiquiátricos, a um procedimento de esquiva ativa. Assim, os padrões de aprendizagem de esquiva de sujeitos com tais transtornos poderão ser comparados com os dos controles, bem como internamente ao grupo de transtornos relacionados a ameaças, possibilitando a exploração de possíveis subgrupos desse transtorno. Tais informações seriam de grande importância para o movimento de reclassificação dos transtornos psiquiátricos em que a psiquiatria se encontra.