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Interações magnéticas no sistema estrela-planeta e suas consequências na habitabilidade planetária

Processo: 16/25901-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Estelar
Pesquisador responsável:Adriana Benetti Marques Valio
Beneficiário:Raissa de Lourdes Freitas Estrela
Instituição-sede: Escola de Engenharia (EE). Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Instituto Presbiteriano Mackenzie. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/10559-5 - Investigação de fenômenos de altas energias e plasmas astrofísicos: teoria, simulações numéricas, observações e desenvolvimento de instrumentação para o Cherenkov Telescope Array (CTA), AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):18/09984-7 - Investigando a formação de hazes e o balanço energético nas atmosferas de exoplanetas com o Telescópio Espacial Hubble, BE.EP.DR
Assunto(s):Exobiologia

Resumo

As estrelas podem interagir com os planetas que as orbitam muito próximos através do seu campo magnético. O campo magnético é o responsável pela atividade magnética na estrela gerando manchas, explosões energéticas, ejeções de plasma coronal e ventos ionizados. Estes fenômenos podem causar um impacto na atmosfera e magnetosfera do planeta que orbitam a estrela. Consequentemente, eles podem afetar a habitabilidade planetária e podem representer um novo fator que limita a definição de Zona de Habitabilidade. As futuras missões espaciais irão ser capazes de detectar mais planetas do tipo Terra na zona habitável de suas estrelas-mães. Portanto, nos próximos anos, é esperado uma grande atenção em torno dos fatores que podem determinar se um planeta é realmente habitável irão receber. Neste projeto, nós iremos focar em como campos magnéticos estelares, seus ventos e explosões podem ter um impacto relevante na habitabilidade planetária. Em particular, realizaremos uma caracterização completa da atividage magnética nas estrelas Kepler analisadas neste trabalho. Primeiramente, caracterizaremos as manchas (raio, intensidade e posição) presentes na superfície da estrela. Para isso, serão feitos ajustes às pequenas variações presentes na curva de luz, as quais são causadas pela ocultação da mancha durante um trânsito planetário. Em seguida, desenvolveremos mapas do campo magnético da estrela usando a distribuição de manchas na superfície da estrela. Finalmente, detectaremos e caracterizaremos as explosões, e também desenvolveremos uma simulação 3D dos ventos para quantificar a energia liberada pelo processo de reconexão magnética na magnetosfera do planeta.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ESTRELA, RAISSA; VALIO, ADRIANA. Superflare Ultraviolet Impact on Kepler-96 System: A Glimpse of Habitability When the Ozone Layer First Formed on Earth. ASTROBIOLOGY, v. 18, n. 11 SEP 18 2018. Citações Web of Science: 1.

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