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Vírus de plantas transmitidos por Brevipalpus (Acari: Tenuipalpidae)-VTB: levantamento, identificação, caracterização molecular, filogenia; relações vírus/vetor/ hospedeira; biologia, taxonomia e manejo do veto

Processo: 17/03836-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Elliot Watanabe Kitajima
Beneficiário:Mariana Shizue Gouveia Saito
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/08458-9 - Vírus de plantas transmitidos por Brevipalpus (Acari: Tenuipalpidae) - VTB: levantamento, identificação, caracterização molecular, filogenia; relações vírus/vetor/hospedeira; biologia, taxonomia e manejo do vetor, AP.TEM
Assunto(s):Ácaros   Leprose   Citrus

Resumo

Embora relatados desde o início do século XX, conhecimentos sobre vírus transmitidos por ácaros tenuipalpídeos Brevipalpus (VTB) só tiveram impulso nos últimos 15 anos. Um grande esforço se concentrou sobre o mais importante dele, o da leprose dos citros C (Citrus leprosis virus C- CiLV-C), que gerou informações detalhadas sobre sua natureza, suas relações com a hospedeira e o vetor e sua epidemiologia, e que resultaram em métodos para sua rápida detecção e manejos mais eficientes e econômicos. Uma descoberta importante foi a de que existem pelo menos dois tipos distintos de VTB, o citoplasmático (VTB-C) e o nuclear (VTB-N) e que estes vírus causam apenas infecções localizadas. Ficou também patente a ocorrência de um grande número de plantas naturalmente infetadas por um ou mais VTB. Quanto ao vetor, conhecem-se três espécies de Brevipalpus (B. californicus, B. obovatus e B. phoenicis) capazes de transmitirem VTB, e que as suas relações com o vírus que transmitem, seria do tipo circulativo para VTB-C e circulativo-propagativo, para VTB-N. Contudo, a geração destes conhecimentos trouxe novos questionamentos, como o nível de diversidade entre os VTB-C e VTB-N conhecidos, a diversidade de um lado e, de outra, a especificidade de populações de ácaros capazes de transmitir os vírus, possibilidades de controle do ácaro vetor através do controle biológico (predadores, patógenos) de Brevipalpus, etc. O objetivo deste projeto é tentar resolver várias destas pendências, através de uma ação integrada, envolvendo grupo de pesquisadores, de diferentes instituições, e dar um avanço significativo nos processos de identificação, patogênese e manejo deste peculiar grupo de vírus de plantas. (AU)

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