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Enzimas proteolíticas de venenos de serpentes disparam cascatas de eventos moleculares ainda desconhecidos

Processo: 17/00715-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Solange Maria de Toledo Serrano
Beneficiário:Dilza Trevisan Silva
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07467-1 - CeTICS - Centro de Toxinas, Imuno-Resposta e Sinalização Celular, AP.CEPID
Bolsa(s) vinculada(s):17/23871-8 - Caracterização molecular dos efeitos in vivo da metaloprotease hemorrágica HF3: análises proteômicas do plasma e do tecido renal de camundongos, BE.EP.PD
Assunto(s):Proteômica   Hemorragia   Plasma (líquidos corporais)

Resumo

O domínio catalítico das metaloproteinases hemorrágicas de venenos de serpentes (SVMPs, na sigla em inglês) é considerado capaz de degradar as membranas basais dos capilares, células endoteliais e a matriz estromal e consequentemente promove o extravasamento de conteúdo dos capilares ao estroma circundante. A metaloproteinase Fator Hemorrágico 3 (HF3) é uma proteína altamente glicosilada, da classe P-III, isolada do veneno da Bothrops jararaca. HF3 é uma toxina extremamente ativa que apresenta a dose mínima hemorrágica de 240 fmol na derme de coelho. Estudos anteriores demonstraram que HF3 degrada proteínas do plasma humano e da matriz extracelular, tais como fibronectina, vitronectina, fibrinogênio, fator de von Willebrand, e os colágenos IV e VI. A análise dos efeitos de HF3 na derme de camundongos, avaliada por abordagens proteômicas, revelou uma diminuição no conteúdo de proteínas relacionadas com a manutenção do citoesqueleto e da matriz extracelular. Os objetivos deste projeto são aprofundar a caracterização molecular in vivo dos efeitos induzidos HF3 e caracterizar a regeneração do tecido hemorrágico. Com o objetivo de descobrir cascatas moleculares putativas desencadeadas por HF3 no evento hemorrágico adotaremos uma abordagem sistêmica empregando análise proteômica baseada em espectrometria de massas. (AU)

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