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Análise molecular e funcional da ação da taurina sobre as vias de apoptose e balanço redox em células/tecidos submetidos à restrição de aminoácidos

Processo: 16/25783-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 27 de maio de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Everardo Magalhães Carneiro
Beneficiário:Mariana Sarto Figueiredo
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07607-8 - CMPO - Centro Multidisciplinar de Pesquisa em Obesidade e Doenças Associadas, AP.CEPID
Assunto(s):Fisiologia endócrina   Deficiências nutricionais   Resistência à insulina   Diabetes mellitus   Obesidade   Taurina   Aminoácidos   Apoptose   Modelos animais

Resumo

A deficiência nutricional na fase inicial da vida está diretamente relacionada com o surgimento de desordens fisiológicas e metabólicas ao longo da vida do indivíduo e contribuindo, direta ou indiretamente, para o desenvolvimento das DNCTs. Dentre as DCNTs podemos destacar a Obesidade e a Diabetes Mellitus (DM), que apresentam elevada prevalência na população adulta mundial. Atualmente, diversos estudos identificam o papel da suplementação de aminoácidos e em especial a taurina como uma importante estratégica terapêutica no tratamento da DM, onde já foi demonstrado que a suplementação de camundongos com taurina aumenta a tolerância a glicose e a secreção de insulina estimulada por glicose, aminoácidos e agentes potencializadores. Sabe-se que a taurina tem muitas propriedades biológicas e fisiológicas, tais como anti-oxidação, anti-inflamação, regulação osmótica, estabilização da membrana, a modulação dos níveis de cálcio celular, entre outras. Diante desta problemática o uso da estratégia de um modelo de restrição de aminoácidos in vitro pode proporcionar ferramentas importantes para elucidar os mecanismos envolvidos nesta reprogramação metabólica, pois podemos promover modificações tecido específica em uma cronologia temporal menor. Assim, esta estratégia permitiria, de uma forma mais clara, entender como a restrição de aminoácidos pode levar a perda da função celular e o desenvolvimento das DCNTs. Logo, pretendemos utilizar o modelo de restrição de aminoácidos in vitro para ampliar o conhecimento acerca da suplementação de taurina, e os mecanismos envolvidos na regulação de apoptose celular, visto que a literatura ainda carece de estudos dedicados ao desvendamento de mecanismos relevantes pelos quais esse aminoácido atua na regulação das vias de apoptose celular. Portanto, essa proposta pretende avaliar a ação da taurina sobre as vias de apoptose celular reguladas pelas proteínas de choque térmico e SIRT1. Para tanto utilizaremos modelos celulares e animais de restrição proteica para estudo da secreção e ação da insulina, estresse oxidativo, marcadores inflamatórios e as vias intrínsecas e extrínsecas de apoptose celular em ilhotas pancreáticas, hepatócitos, células musculares e células tireoideas foliculares. E futuramente os achados encontrados servirem como base para o desenvolvimento de fármacos para a prevenção e tratamento da Obesidade e DM. (AU)