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Participação em processo de formação de facilitadores/as de práticas restaurativas em escolas

Processo: 16/23063-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 08 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Social
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Laura Vilela e Souza
Beneficiário:Letícia Trombini Vidotto
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):17/17279-9 - Justiça Restaurativa e construcionismo social, BE.EP.MS
Assunto(s):Construcionismo social

Resumo

Considerando-se a) a necessidade do investimento em modos alternativos de justiça, que não apenas a justiça punitiva; b) o sucesso do uso da Justiça Restaurativa (JR) para o fomento de uma cultura de paz e para a diminuição da judicialização dos conflitos na escola e dos níveis de criminalidade nesse contexto; c) a aposta em formas de resolução de conflitos que levem à co-responsabilização relacional; d) a importância de um processo de capacitação em práticas restaurativas de qualidade para o sucesso de seu uso; e) a escassez de estudos que tenham como foco a análise crítica dos processos de formação de facilitadores em práticas restaurativas; e f) a importância do estudo desses processos formativos na geração de recursos, instrumentos e tecnologias relacionais que possam ser exportadas para outros contextos, o objetivo deste estudo é compreender os sentidos produzidos sobre a participação no processo de formação em facilitação de práticas restaurativas a partir das práticas discursivas de seus participantes. Para tanto, os participantes de um processo de capacitação em práticas restaurativas em Ribeirão Preto serão entrevistados. A partir da perspectiva construcionista social, esse material será analisado para a delimitação de temas que permitam a análise dos diferentes sentidos sobre esse processo participativo. Espera-se que este estudo permita a avaliação do potencial, limites e das alterações necessárias nesse modelo de capacitação, que colabore para a formatação de modelos simplificados e dissemináveis de formação em práticas restaurativas além de fomentar novas ações para a formação de facilitadores dessas práticas nesse e em outros contextos. Por fim, em seu caráter interventivo, espera-se que possa gerar instrumentos para consolidar a JR em Ribeirão Preto. (AU)