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Papel da BTK na sobrevivência de células B-1 maduras in vitro

Processo: 17/04073-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia
Pesquisador responsável:Ana Flavia Popi
Beneficiário:Gabriel Jun Fujishita Rodrigues
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Proteínas tirosina quinases   Linfócitos B   Receptores de antígenos de linfócitos B   Sobrevivência celular

Resumo

A tirosina quinase de Bruton (BTK) é uma enzima presente em células B e sua expressão é muito importante tanto para o desenvolvimento quanto para a proliferação dessas células. O engajamento de um antígeno no receptor de antígenos da célula B (BCR) desencadeia uma via de sinalização que culmina com a ativação destes linfócitos. Nessa via, a BTK fosforila diversas proteínas sinalizadoras e também interage com proteínas da via de sinalização dos receptores para citocinas. A BTK tem importante função na regulação da transcrição que ocorre nessas células, pois induz a atividade da NFKB1, que participa da regulação da expressão de genes. No entanto, ao contrário do que ocorre com a ativação da via do BCR em linfócitos B convencionais, estudos mostram que após a união de antígenos ao BCR de células B-1 ocorre uma diminuição da capacidade de proliferação dessas células e posteriormente a indução de apoptose. Sabe-se que a ausência de BCR prejudica o desenvolvimento dos linfócitos B-1, evidenciando o papel desta quinase no comprometimento do precursor com esta linhagem celular. Considerando que a ativação do BCR em células B-1 não induz sua ativação, o objetivo desse projeto é identificar se a BTK é capaz de controlar a sobrevida de células B-1 maduras, uma vez que o progenitor destas células não é capaz de se desenvolver na ausência de BTK. (AU)