Busca avançada
Ano de início
Entree

Indivíduos com teste de assistência escapular positivo apresentam alterações na cinemática escapular e força muscular?

Processo: 16/21813-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2017
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Paula Rezende Camargo
Beneficiário:Larissa Pechincha Ribeiro
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Escápula

Resumo

Introdução: O Teste de Assistência Escapular tem como princípio que o terapeuta assista manualmente a rotação superior e inclinação posterior da escápula durante a elevação do braço executada pelo paciente na tentativa de reduzir a dor e aumentar a amplitude de movimento do braço. No entanto, ainda não está claro na literatura se indivíduos que apresentam esse teste positivo realmente apresentam padrões de movimento escapular e força muscular diferentes de indivíduos que apresentam o teste negativo. Objetivo: O objetivo deste estudo será comparar a cinemática escapular e força muscular em indivíduos com dor unilateral no ombro com Teste de Assistência Escapular positivo e negativo. Metodologia: Participarão do estudo 70 indivíduos com dor unilateral no ombro que serão alocados em 2 grupos: Teste de Assistência Escapular positivo (n=35) e Teste de Assistência Escapular negativo (n=35). Todos passarão por análise 3-dimensional da cinemática escapular durante elevação do braço no plano sagital, e por testes de força de serrátil anterior, trapézio inferior e rotadores laterais do ombro através do dinamômetro manual. A normalidade dos dados será verificada pelo teste de Kolmogorov Smirnov. Caso os dados apresentem distribuição normal, a ANOVA 2-way (grupo x ângulo) será utilizada para análise da cinemática escapular, e o teste-T de Student não-pareado para análise da força muscular entre os grupos. Se a distribuição dos dados não seguir os pressupostos de normalidade, testes não-paramétricos serão utilizados. O nível de significância será estabelecido em 5%. (AU)