Busca avançada
Ano de início
Entree

Potenciais efeitos neuroprotetor e anti-inflamatório do ácido Tauroursodeoxicólico (TUDCA) após axotomia em nervo periférico de ratos Wistar neonatos

Processo: 17/03408-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2017
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira
Beneficiário:Moníze Valéria Ramos da Silva
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Fármacos neuroprotetores   Regeneração nervosa   Nervo isquiático   Neurobiologia   Neurociências

Resumo

O ácido Tauroursodesoxicólico (TUDCA), ácido biliar hidrofílico e atóxico, resultante da conjugação do ácido Ursodesoxicólico com o aminoácido Taurina, é um dos principais componentes da secreção biliar em ursos. O TUDCA é utilizado, desde a Antiguidade, no tratamento de doenças hepáticas, entretanto, diversos estudos apontam para sua eficácia terapêutica em danos ao sistema nervoso, principalmente, em doenças neurodegenerativas. De acordo com a literatura, o TUDCA atuaria em vias importantes de apoptose celular, no controle da inflamação e redução da produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Atualmente, as lesões em nervos do Sistema Nervoso Periférico (SNP), dada a limitada regeneração motora e rara regeneração sensitiva, são a principal causa de invalidez em pessoas com idade produtiva. Assim, novas alternativas terapêuticas, eficazes, de baixo custo e poucos efeitos adversos, são necessárias para solucionar tal problema e o TUDCA poderia ser uma delas. Logo, o presente estudo procura avaliar os efeitos do tratamento com TUDCA na regeneração nervosa e neuroproteção em ratos com 2 dias de idade, divididos em 4 grupos experimentais, após axotomia unilateral do nervo isquiático. De acordo com o grupo, com exceção do grupo controle, serão administradas doses de 250, 500 ou 750 mg/kg/dia do ácido biliar até o 7º dia de vida dos animais. Em seguida, os grupos serão avaliados por meio de técnicas de imunoistoquímica e contagem de neurônios sobreviventes. (AU)