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Estudo da biocompatibilidade do gel de quitosana associada ao glicerol fosfato para reparação de defeitos ósseos induzidos experimentalmente no rádio de coelhos (Oryctolagus cuniculus)

Processo: 16/09224-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Bruno Watanabe Minto
Beneficiário:Camila Potério Borsaro
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Quitosana   Hidrogéis   Biomateriais   Regeneração óssea   Cirurgia veterinária   Coelhos

Resumo

Dentre as diversas afecções que afetam a estrutura óssea, as fraturas com perda de massa óssea têm sido amplamente estudadas. A engenharia de tecidos é uma ciência interdisciplinar que vem desenvolvendo biomateriais para a regeneração do tecido ósseo na medicina e na veterinária. Dentre os polímeros, destaca-se a quitosana, derivada do processo de desacetilação da quitina, potencialmente atraente para diversos usos em função da sua natureza não tóxica, atividade antibacteriana e antioxidante, biodegradabilidade, biocompatibilidade, abundância, com produção de baixo custo e ecologicamente correta. Diante disso, o objetivo dessa pesquisa é avaliar a regeneração óssea obtida com a aplicação do hidrogel de quitosana associada ao glicerol fosfato em falha óssea experimentalmente induzida no rádio de coelhos. O projeto será desenvolvido no laboratório de pesquisas do Hospital Veterinário "Governador Laudo Natel" da UNESP, Câmpus de Jaboticabal - SP. Serão utilizados 15 coelhos adultos que irão compor dois grupos experimentais, representados por cada um dos rádios de cada animal, sendo um grupo tratado com o hidrogel de quitosana associada ao glicerol fosfato (grupo biomaterial - GB) e o outro não receberá tratamento com o biomaterial (grupo controle - GC). Os animais serão avaliados quanto à ferida cirúrgica, exames radiográficos, densitometria óptica e análise histológica da interface osso-implante, nos períodos 30, 60 e 90 dias pós-operatórios. (AU)

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