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Identificação de biomarcadores não-invasivos para melhorar o diagnóstico de epilepsias

Processo: 16/26172-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2017
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Iscia Teresinha Lopes Cendes
Beneficiário:Mariana Martin
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07559-3 - Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia - BRAINN, AP.CEPID
Assunto(s):Biomarcadores   Epilepsia   Neurociências

Resumo

O diagnóstico da epilepsia pode representar ainda hoje um desafio em alguns pacientes; portanto, torna-se relevante o desenvolvimento de biomarcadores que possam ser utilizados no auxílio diagnóstico, já que é amplamente reconhecido que em aproximadamente 25% dos casos o diagnóstico de epilepsia é feito erroneamente. Além disso, cerca de 30% de todos os pacientes com epilepsia não respondem ao tratamento medicamentoso, sendo que as principais causas dessa refratariedade são epilepsia do lobo temporal mesial e displasia cortical focal. A identificação de biomarcadores de resposta ao tratamento pode acelerar o diagnóstico da refratariedade às drogas anti-epilepticas, que por sua vez pode levar a indicação de outras formas de tratamento mais cedo desses pacientes. Um candidato potencial para ser usado como biomarcadores são os microRNAs circulantes; que são pequenos RNAs não-codificantes presentes em fluidos corporais humanos como o plasma ou soro. Sabe-se que a expressão dos microRNAs é estável no plasma e já foi associada ao diangóstico e estadiamento de várias doenças; são portanto, considerados biomarcadores não invasivos e facilmente quantificáveis. Neste contexto, os objetivos deste projeto são: 1) investigar se microRNAs circulantes podem ser utilizados para auxiliar no diagnóstico das epilesias; 2) avaliar se os microRNAs circulantes podem ser usados como biomarcadores de refratariedade medicamentosa de pacientes com epilepsia.. Uma triagem inicial será realizado em amostras de plasma de pacientes e controles, utilizando técnicas de sequenciamento de RNA. Subsequentemente, em uma segunda amostra de pacientes e controles, microRNAS considerados promissores serão quantificados usando a técnica de RT-qPCR. (AU)

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