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Estoque de carbono em diferenres metodologias de restauração florestal na Mata Atlântica

Processo: 16/21721-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Ricardo Ribeiro Rodrigues
Beneficiário:Anani Morilha Zanini
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Restauração florestal   Estoque de carbono   Mata Atlântica

Resumo

As florestas tropicais são os ecossistemas terrestres de maior capacidade de armazenamento e estocagem de carbono, no entanto, o conhecimento sobre os estoques totais em todos os compartimentos (biomassa viva, biomassa morta e solo), ainda são escassos e dispersos, principalmente em áreas em processo de restauração florestal na Mata Atlântica. O presente trabalho tem por objetivo avaliar o efeito do estoque de carbono em diferentes metodologias de restauração florestal no bioma Mata Atlântica. Tornando-se necessário desenvolver ou aplicar metodologias que possibilitem estimar com precisão a quantidade de carbono total existentes nas diferentes metodologias usadas na restauração florestal. Se propondo a avaliar a quantificação e a espacialização do estoque de carbono na biomassa viva, na biomassa morta e solo de áreas restauradas com plantio total, áreas com regeneração natural conduzida, áreas abandonadas com regeneração natural, fragmento nativo e pastagem. O experimento será instalado nas fazendas Jequitibá, Capoava e Ingazinho localizadas no município de Itu-SP. Serão delimitados parcelas na região, com diferentes estratégias de restauração florestal. As primeiras farão uso da metodologia de plantio total (PT). As segundas, serão áreas de condução da regeneração natural (CRN). Também serão delimitadas pastagens abandonadas com regeneração natural (RG), pastagens abandonadas sem regeneração natural (PAS) e fragmentos nativos (FN). Serão quantificados os estoques de carbono no solo, avaliando também a quantidade de isótopos, o estoque de carbono na biomassa morta acima do solo sendo divido em caída, em pé e serapilheira. O estoque na biomassa viva será quantificado abaixo do solo, contendo raízes grossas e finas, e acima do solo pelo método destrutivo. Será realizado o inventário florestal das regiões e para análise estatística dos dados, será utilizado o software R. (AU)

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