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Ordenanças do comer e vestir (Castela e Portugal dos séculos XIV e XV)

Processo: 17/01502-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2017
Vigência (Término): 31 de março de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Antiga e Medieval
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Susani Silveira Lemos Franca
Beneficiário:Thiago Henrique Alvarado
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (FCHS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Franca. Franca , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):17/26286-9 - Leis e regras para o comer em Castela e Portugal nos séculos XIV-XV, BE.EP.DR
Assunto(s):Portugal

Resumo

Entre os séculos XIV e XV, os monarcas das coroas de Castela e Portugal outorgaram, durante as reuniões das cortes, uma série de leis gerais a respeito do beber, comer e vestir de seus súditos. Concomitantemente, tratadistas religiosos, eclesiásticos, nobres e monarcas, cujos escritos circularam nesses reinos, intentaram corrigir faltas correntes e assegurar práticas virtuosas. Esses escritos expressavam, em acordo com os monarcas, o interesse de emendar as condutas dos homens dos dois reinos quanto às atividades que julgavam necessárias para o estímulo a uma vida virtuosa, bem como para o controle das despesas do reino e a manutenção da ordem. Tendo isso em conta, foram os excessos pecaminosos e delituosos em tais práticas e os meios de combatê-los - pela admoestação, penitência, castigo e pena - o que mais mereceu a atenção de letrados e governantes. O presente projeto tem como objetivo examinar a relação entre os gastos e rendas do reino e os valores rememorados para pautar as decisões tomadas nas cortes castelhanas e portuguesas dos séculos XIV e XV. Tendo em vista tal alvo, serão igualmente destrinchadas as articulações entre as noções de pecado e delito que regulavam as práticas do beber, comer e vestir nesse período em que a moral se exprimia por leis gerais e por tratados filosófico-pedagógicos e não ainda por manuais de civilidade, como no século seguinte. (AU)

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