| Processo: | 17/05019-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 14 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Nutrição - Análise Nutricional de População |
| Pesquisador responsável: | Marly Augusto Cardoso |
| Beneficiário: | Maíra Barreto Malta |
| Instituição Sede: | Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/00270-6 - Estudo MINA - Materno-Infantil no Acre: coorte de nascimentos da Amazônia Ocidental Brasileira, AP.TEM |
| Assunto(s): | Saúde materno-infantil Crescimento e desenvolvimento Infância Hábitos alimentares Alimentação infantil Antropometria Cruzeiro do Sul (AC) Amazônia Ocidental |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Nutrição Materno-Infantil | Saúde Materno-Infantil |
Resumo Análises atuais das curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde confirmam a importância dos primeiros 2 anos de vida como uma "janela de oportunidades" para promoção da saúde e do capital humano de uma população. Por outro lado, o déficit de crescimento infantil (<-2 escores z do índice estatura-para-idade) constituiu um sinal de condições adversas, acarretando prejuízos para toda infância e vida adulta. Avaliações a nível mundial demonstram que o déficit de crescimento continua sendo um grande problema de saúde pública em muitos países em desenvolvimento. No Brasil, dados da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Mulher e da Criança (PNDS, 2008) demonstram que a prevalência do déficit de crescimento diminuiu acentuadamente na região nordeste (declínio de 22,1% para 5,8%), contudo, declínio menos intenso foi percebido na região Norte, o que torna essa região prioritária para os esforços de controle e prevenção da desnutrição infantil no país. Objetivo: investigar os determinantes do crescimento linear do nascimento até os dois anos de idade em estudo longitudinal de base populacional em Cruzeiro do Sul, Amazônia Ocidental Brasileira. Métodos: a coorte de nascimentos iniciar-se-á a partir do recrutamento na maternidade do município no período de um ano. As crianças serão acompanhadas, em pelo menos cinco momentos, desde o nascimento até os dois anos de idade. A primeira avaliação será no parto. Aos 30-45 dias será realizada uma entrevista por via telefônica para registro de morbidades recentes e avaliação das práticas alimentares da criança, com informações acerca do estilo de vida e apoio social da mãe. No acompanhamento, visitas domiciliares serão realizadas aos seis, doze, dezoito e vinte e quatro meses de idade das crianças para avaliação antropométrica, registro de morbidades e do padrão alimentar infantil. (AU) | |
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