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Simulações de distúrbios florestais e mudança de uso da terra na Amazônia e possíveis impactos no clima regional e chuvas no sudeste da América do Sul

Processo: 17/03048-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2017
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Convênio/Acordo: Belmont Forum
Pesquisador responsável:Iracema Fonseca de Albuquerque Cavalcanti
Beneficiário:Luiz Felipe Campos de Rezende
Instituição-sede: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Brasil). São José dos Campos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/50687-8 - Serviços climáticos através de co-produção de conhecimento: uma iniciativa europeia e da América do Sul para fortalecer as ações de adaptação da sociedade a eventos extremos, AP.TEM
Assunto(s):Interação biosfera-atmosfera   Amazônia

Resumo

As características da superfície terrestre são fortemente conectadas aos padrões de circulação climática e à variabilidade climática. As mudanças de uso da terra afetam as características biofísicas da superfície terrestre. Na Amazônia, a perda de florestas contribui significativamente para a redução da precipitação no continente, devido à diminuição da evapotranspiração. A umidade da Amazônia tem também importância na produção agrícola e no sistema agro-florestal na região sudeste da América do Sul (SESA - southeastern South American).O modelo de superfície Inland que está sendo desenvolvido em colaboração por diversas instituições (inclusive o INPE) tem como um dos objetivos representar biomas importantes da América do Sul como a Amazônia, o Cerrado e a Caatinga. O Inland será acoplado ao Modelo de Circulação Global da Atmosfera (CPTEC Atmospheric Global Circulation Model) para simular a interação entre biosfera e atmosfera. Utilizando o Inland, modelagem climática e redes de reciclagem de umidade, serão estudadas a influência da mudança do uso da terra e a degradação da floresta decorrente do desmatamento e das queimadas sobre a precipitação da SESA. Deve se quantificar a variação da precipitação na SESA, em decorrência destes efeitos. Ainda deve-se quantificar como as mudanças climáticas e impactos da Oscilação Sul-El Niño (El Niño-Southern Oscillation - ENSO) afetam a floresta (mortalidade, produtividade e evapotranspiração). Espera-se que este projeto contribuirá na compreensão da variação da precipitação na SESA e os possíveis impactos no clima regional da Amazônia. (AU)