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Análise do impacto do silenciamento da HJURP no controle do estresse replicativo em células de GBM

Processo: 17/03102-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Valeria Valente
Beneficiário:Enzo Alexandre Kuratomi
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08135-2 - CTC - Centro de Terapia Celular, AP.CEPID
Assunto(s):Reparo do DNA   Biologia celular   Instabilidade genômica   Neoplasias

Resumo

Os astrocitomas são os tumores cerebrais primários mais comuns em adultos e são classificados em astrocitoma difuso de baixo grau (grau II), astrocitoma anaplástico (grau III) e glioblastoma multiforme (grau IV). O glioblastoma multiforme (GBM), tumor cerebral primário mais comum e letal em adultos, é caracterizado pela alta invasividade e resistência à rádio e quimioterapia. A proteína Holliday Junction-Recognizing Protein (HJURP) é altamente expressa nos casos de GBM e estudos do nosso grupo apontaram que a HJURP está envolvida em processos de reparo do DNA, estabilidade e segregação cromossômica e modulação dos mecanismos de apoptose e senescência. Pesquisas do nosso laboratório mostraram que células superexpressoras de HJURP apresentam maior taxa de proliferação e capacidade clonogênica e menor estresse replicativo. Por outro lado, a redução de HJURP promoveu aumento nos níveis de apoptose em linhagens celulares de GBM, enquanto que células não tumorais não são significativamente afetadas. O objetivo da pesquisa é verificar o impacto do silenciamento da HJURP na capacidade de proliferação e manutenção do estresse replicativo em células de GBM. Para isso, serão analisadas linhagens celulares que expressam um short hairpin RNA (shRNA) dirigido para HJURP e determinadas a curva de proliferação, os níveis de expressão de HJURP e a quantificação da ativação de RPA (marcador de estresse replicativo) e de quebras na dupla-fita de DNA após tratamento com camptotecina, droga que inibe a topoisomerase e causa estresse replicativo.