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Avaliação da disartria adquirida após a ocorrência de acidente vascular cerebral ou de trauma crânio-encefálico em pacientes residentes no município de Guarulhos/SP

Processo: 17/07088-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Convênio/Acordo: CNPq - PPSUS
Pesquisador responsável:Andréia de Fátima Nascimento
Beneficiário:Gleiziane Pinheiro dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP). Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/15203-2 - Linha de cuidado de pessoas com transtornos fonoaudiológicos neurogênicos adquiridos no município de Guarulhos, AP.PP.SUS
Assunto(s):Disartria   Transtornos de deglutição   Transtornos da comunicação   Saúde pública   Acidente vascular cerebral   Traumatismos craniocerebrais   Guarulhos (SP)

Resumo

As causas externas, com destaque para os acidentes de transporte terrestres, e as doenças crônicas não transmissíveis (dentre as quais se destacam as doenças cerebrovasculares) são as principais causas de morbimortalidade no Brasil. Além do elevado número de mortes, elas também estão associadas a sequelas e incapacidade. Muitos pacientes que sofrem acidentes vasculares cerebrais (AVC) ou traumas crânio-encefálicos (TCE) decorrentes de causas externas sobrevivem a estes eventos com sequelas cognitivas e/ou motoras. A incidência de transtornos fonoaudiológicos neurogênicos adquiridos (TFNA) é expressiva entre estes pacientes e até o momento não existem políticas públicas que assegurem o cuidado a estes transtornos. A disartria caracteriza-se por sintomas motores causados por lesão no sistema nervoso central ou periférico, que influenciam o padrão fonoarticulatório, comprometendo a inteligibilidade da fala em diferentes graus com impacto negativo na qualidade de vida dos indivíduos afetados. O objetivo do projeto de pesquisa "LINHA DE CUIDADO DE PESSOAS COM TRANSTORNOS FONOAUDIOLÓGICOS NEUROGÊNICOS ADQUIRIDOS NO MUNICÍPIO DE GUARULHOS" é estimar a incidência de disartria em pacientes que tenham sofrido AVC ou TCE e estudar seu prognóstico. Para avaliar o comprometimento fonoarticulatório e a qualidade vocal será utilizado o instrumento adaptado ao português brasileiro por Fracassi et al. (2010). O instrumento avalia aspectos de cinco componentes da fala: respiração, fonação, ressonância, articulação e prosódia. Cada componente recebe pontuação de zero a seis (zero corresponde ao menor comprometimento e seis ao maior) e a pontuação final varia de zero a 30 pontos. A disartria é classificada em leve (de 1 a 10 pontos), moderada (11 a 20) ou grave (21 a 30). (AU)