| Processo: | 16/18735-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Didier Gastmans |
| Beneficiário: | Vinícius dos Santos |
| Instituição Sede: | Centro de Estudos Ambientais (CEA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Precipitação Hidrologia isotópica Isótopos estáveis Zona de convergência do Atlântico Sul Mudança climática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | isotopos estáveis | Mudanças Climáticas | precipitação | Zona de Convergência do Atlântico Sul | Hidrologia Isotópica |
Resumo Isótopos estáveis de hidrogênio (1H/2H) e oxigênio (16O/17O/18O) constituem excelentes traçadores da movimentação da molécula da água ao longo do ciclo hidrológico, sendo utilizados como ferramentas auxiliares na interpretação das origens dos fluxos dentro de bacias hidrográficas, dos controles climáticos sobre a precipitação e a origem de águas subterrâneas, o que possibilita a sua utilização em estudos de reconstituição paleoclimáticas. Em áreas tropicais, os fatores climáticos, que governam a composição isotópica da precipitação, permanecem como uma questão controversa na comunidade científica, enquanto alguns autores propõem que a composição isotópica da precipitação é influenciada por aspectos de dinâmica climática local, outros advogam a importância de processos de escala global, do tipo destilação Rayleigh. Com base nos processos envolvidos nas transformações isotópicas sofridas pela água ao longo do seu trajeto no ciclo hidrológico em áreas continentais, o presente projeto tem por objetivos avaliar as variações isotópicas da precipitação em algumas localidades do estado de São Paulo, buscando compreender os fatores climáticos governantes (locais ou regionais), principalmente aqueles associados a formação e aos tipos de chuva e suas características. Para tanto serão analisadas, conjuntamente à composição isotópica da precipitação, informações meteorológicas fornecidas pela Tropical Rainfall Measurring Mission (TRMM) e o modelo HYSPLIT. Tais ferramentas serão importantíssimas para avaliação dos sistemas atmosféricos que geram a chuva para as localidades estudadas e quais os efeitos desses na composição isotópica da precipitação. A matriz de dados meteorológicos e isotópicos gerados será utilizada em testes estatísticos de regressão, com o intuito de se criar um modelo robusto que correlacione o conteúdo isotópico aos parâmetros climáticos locais e regionais, ou aos sistemas atmosféricos que atuam no Brasil. (AU) | |
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