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Efeito de Psicobiótico no Transtorno do Espectro Autista

Processo: 17/01157-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2017
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Katia Sivieri
Beneficiário:Ana Luiza Rocha Faria Duque
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/26645-1 - Impacto de simbiótico na microbiota intestinal e comportamentos sociais associados às desordens do neurodesenvolvimento., BE.EP.DR
Assunto(s):Prebióticos   Probióticos   Microbiologia de alimentos   Microbioma gastrointestinal   Transtorno do espectro autista

Resumo

Psicobióticos são probióticos e/ou prebióticos que, quando ingeridos em quantidades adequadas, produzem efeitos psiquiátricos positivos na psicopatologia. Estudos recentes mostraram que a administração de psicobióticos pode ser uma terapia eficaz para o tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA) por meio da modulação do eixo microbiota-intestino-cérebro. O objetivo desse projeto é avaliar o efeito de psicobióticos no TEA utilizando o Simulador do Ecossistema Microbiano Humano (SEMH®) e modelo animal. Esse trabalho será realizado em 3 etapas. Etapa 1: será avaliada a sobrevivência de cepas probióticas e de simbióticos sob condições gastrointestinais simuladas in vitro. Os melhores resultados de viabilidade serão aplicados na Etapa 2. Etapa 2: os tratamentos selecionados na etapa anterior serão avaliados sobre a composição e a atividade da população microbiana do cólon de crianças com TEA utilizando o SEMH®. As amostras dos reatores do SEMH® serão avaliadas quanto à composição da microbiota intestinal com base nos métodos dependentes (plaqueamento) e independentes de cultivo (PCR-DGGE, PCR em tempo real e sequenciamento do gene 16S rRNA) e quanto ao metabolismo microbiano (NH4+ e ácidos graxos de cadeia curta). O tratamento que modular positivamente a microbiota intestinal será selecionado para a Etapa 3. Etapa 3: para avaliar o efeito do tratamento selecionado na Etapa 2 serão utilizados camundongos germ-free C57BI6/J. Será realizada a análise da composição da microbiota intestinal utilizando sequenciamento do gene 16S rRNA e a avaliação das anomalias comportamentais relacionadas ao autismo de acordo com os testes de interação social recíproca, sociabilidade e preferência por novidade social, e campo aberto. (AU)

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