| Processo: | 16/13700-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Eliane Ribeiro |
| Beneficiário: | Caroline de Godoi Rezende Costa Molino |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/50649-6 - Estudo SABE: estudo longitudinal de múltiplas coortes sobre as condições de vida e saúde dos idosos do município de São Paulo - coorte 2015, AP.TEM |
| Assunto(s): | Envelhecimento Polimedicação Guia de prática clínica Comorbidade Farmacoepidemiologia Doença crônica Efeitos colaterais e reações adversas relacionados a medicamentos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | comorbidade | Doença Crônica | Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos | Envelhecimento | Guia de Prática Clínica | polimedicação | farmacoepidemiologia |
Resumo Estima-se que até 2025 o Brasil terá a sexta maior população de idosos do mundo. O envelhecimento implica em prevalência crescente de doenças crônicas, um problema de saúde de grande magnitude, afetando fortemente os grupos populacionais mais pobres e vulneráveis. A ocorrência simultânea de múltiplas doenças crônicas, no mesmo indivíduo, com suas inter-relações e implicações para a saúde, recebe o nome de multimorbidade. A presença de multimorbidades exige uma complexa farmacoterapia, levando ao uso de diversos medicamentos ao mesmo tempo (polifarmácia), aumentando o risco de efeitos adversos e interações medicamentosas e entre medicamento e doença. Comumente observam-se problemas de saúde induzidos pelo uso de medicamentos em idosos, decorrência de interações medicamentosas, competições terapêuticas e maior frequência de reações adversas imprevisíveis. Entende-se como competição terapêutica a interação medicamento-doença em que o tratamento recomendado para certa condição pode alterar negativamente (competir com) outra condição coexistente. Estudos mostram que, frequentemente, medicamentos são prescritos sem a avaliação do seu efeito sobre outras condições coexistentes, podendo causar competição terapêutica. Embora haja uma grande preocupação por parte das entidades governamentais em relação a alta prevalência de multimorbidades na população idosa, ainda são escassos os estudos e guias de prática clínica que abordam o tema competição terapêutica. Os guias de prática clínica raramente consideram a presença de mais de uma condição crônica em suas recomendações, o que significa que o impacto cumulativo das recomendações de múltiplos tratamentos geralmente não é considerado. O envelhecimento é uma realidade no Brasil que torna a investigação da competição terapêutica crucial para promover cuidados de saúde de alta qualidade e segurança do paciente. Neste âmbito, o objetivo principal deste trabalho é estimar e avaliar a prevalência de competições terapêuticas em idosos da comunidade. Neste trabalho será analisado a base de dados do Estudo Saúde, Bem-estar e Envelhecimento (Estudo SABE) e guias de prática clínica para o tratamento das doenças crônicas mais prevalentes em idosos. Com os resultados deste projeto pretende-se auxiliar na escolha da melhor terapia farmacológica para os idosos com multimorbidades. (AU) | |
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