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Cápsulas supramoleculares derivadas de redes metalo-orgânicas para liberação de fármaco

Processo: 16/11563-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Leila Aparecida Chiavacci Favorin
Beneficiário:Marina Paiva Abuçafy
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/00442-7 - Síntese avançada de nanocápsulas baseadas em estruturas metal- orgânicas biocompatíveis como sistema avançado de liberação de fármaco, BE.EP.DR
Assunto(s):Sistemas de liberação de medicamentos   Liberação controlada de fármacos   Estrutura metal-orgânica   Íons metálicos   Ligantes orgânicos

Resumo

Os sistemas carreadores e de liberação controlada de fármacos fazem parte de um segmento farmacêutico muito promissor, proporcionando maior eficácia terapêutica e estabilidade diminuindo efeitos colaterais em diversos tratamentos. Os materiais que são atualmente utilizados com esta finalidade apresentam como limitação principal a baixa capacidade de carrear grande massa de fármaco. Para superar essa limitação uma nova classe de material está sendo usada, a rede metalo-orgânica. As redes metalo-orgânicas são polímeros de coordenação cristalinos e altamente porosos constituídos por um íon metálico e uma molécula orgânica ligante. Recentemente o desenvolvimento de cápsulas ocas a partir de MOF, têm atraído muito interesse por apresentar propriedades desejáveis para a aplicação farmacêutica, como resistência térmica e mecânica, estabilidade e ser pH- sensível. Assim sendo o objetivo deste trabalho é desenvolver cápsulas a base de MOFs formados por diferentes íons metálicos (Fe, Zn, Cu e Eu) e ácido tânico, ácido trimésico e ácido 1,4-benzenodicarboxílico como ligantes orgânicos. Pretende-se ainda avaliar as propriedades luminescentes ou magnéticas das MOFs desenvolvidas além de sua capacidade em atuar como carreadores de moléculas. Os dispositivos desenvolvidos serão caracterizados estruturalmente empregando-se as técnicas de DRX, potencial zeta, espectroscopia UV-Vis, espectroscopia de emissão e excitação, SAXS, TGA, espectroscopia de IV, XPS e TEM. Serão realizados estudos de eficiência de encapsulação e de liberação in vitro dos fármacos incorporados. Numa última etapa, serão realizados ensaios biológicos in vitro de citotoxicidade e internalização celular das cápsulas de MOF contendo os fármacos. (AU)