Busca avançada
Ano de início
Entree

Identificação de Enterococcus spp. por proteômica e pesquisa de genes de resistência à vancomicina nos isolados de vacas com Mastite e no leite de tanques de expansão

Processo: 17/08823-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2017
Vigência (Término): 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Helio Langoni
Beneficiário:Felipe de Freitas Guimarães
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/19688-8 - E. coli, Klebsiella pneumoniae e Enterococcus spp: impacto dos fatores de virulência na mastite bovina e reflexos na saúde pública, AP.TEM
Assunto(s):Mastite bovina   Qualidade do leite   Resistência a vancomicina   Proteômica   Enterococcus   Vacas leiteiras

Resumo

Antimicrobianos glicopeptideos são utilizados no tratamento de infecções causadas por bactérias gram-positivas, em caso de resistência a outros antimicrobianos. Enterococos resistentes à vancomicina (VRE) são frequentemente resistentes a múltiplos antimicrobianos, têm uma ampla distribuição geográfica, e representam atualmente uma das principais causas de infecções nosocomiais. Seis genes de resistência á vancomicina foram descritos em enterococos que podem ser distinguidas com base na sequência do gene estrutural para a resistência (vanA, vanB, VanC, VanD, VanE, e VanG). Os enterococos estão presentes causando infecção intramamária (IMI) casos de Mastites clínicas e subclínicas em rebanhos leiteiros. As espécies de Enterococcus mais isoladas são E. faecium e E. faecalis. Podem ser isolados a partir do trato intestinal, fezes, úberes infectados e no ambiente. A grande preocupação atual no contexto de Saúde Pública é a transferência de genes de resistência à vancomicina de enterococos para outras espécies bacterianas. O objetivo do presente estudo é caracterizar as espécies de enterococos por proteômica e detectar a presença de VRE anteriormente restritos a ambientes hospitalares, em amostras de leite em rebanhos bovinos leiteiros e em tanques de expansão, bem como a detecção de genes vanA, vanB, vanC, vanD, vanE, e vanG entre os isolados, possibilitando estimar o risco potencial para a saúde humana. (AU)