| Processo: | 17/01917-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 22 de janeiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Luis Felipe de Toledo Ramos Pereira |
| Beneficiário: | Joice Ruggeri Gomes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/05217-1 - Mudanças na composição do microbioma cutâneo de anuros infectados com Batrachochytrium dendrobatidis (Chytridiomycota) e ranavírus (Iridoviridae), BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Quitridiomicose Anfíbios |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anfíbios | declínio populacional | dinâmica de doenças | DNA ambiental | Quitridiomicose | ranaviroses | Ecologia de doenças |
Resumo Dentre os fatores que ameaçam a biodiversidade mundial, as doenças infecciosas emergentes estão entres os principais. O ranavírus (Rv) e o Batrachochytrium dendrobatidis (Bd) são os maiores responsáveis pelo declínio de populações de anfíbios, que representa o grupo de vertebrados mais ameaçados. Ambos são patógenos transmitidos tanto pela água quanto pelo contato entre indivíduos, o que torna a dispersão extremamente eficiente. A rã-touro (Lithobates catesbeianus) é geralmente tolerante ao Bd e Rv, podendo atuar como vetor dos dois agentes patogênicos. Assim, a comercialização dessa espécie para o consumo da carne gera a movimentação global desses microrganismos que pode culminar na introdução desses agentes em novas regiões e populações sensíveis. No Brasil, populações bem estabelecidas de rã-touro podem ser encontradas na Mata Atlântica, onde a distribuição do Bd é conhecida. Porém, o conhecimento acerca do Rv ficou limitado aos ranários, e a interação entre os dois patógenos nunca foi investigada. Sendo assim, iremos investigar a presença de Rv em áreas de alta abundância de rã-touro selvagens. Uma vez que a coinfecção por Bd e Rv já foi reportada para espécies nativas em outras regiões do mundo, podendo intensificar o declínio populacional de anfíbios, indivíduos de anuros nessas áreas também serão amostrados para a detecção de ambos os microrganismos. Assim, será possível identificar a dinâmica do vírus em diferentes espécies de anuros e hábitats, e a interação do Bd e Rv nos anuros desse bioma. As consequências da coinfecção para as assembleias de anuros será discutida visando auxiliar nos planos de manejo para a sua conservação. | |
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