Busca avançada
Ano de início
Entree

Investigação de alterações de novo de risco em país de pacientes com o Transtorno do Espectro Autista

Processo: 17/05824-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2017
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Maria Rita dos Santos e Passos Bueno
Beneficiário:Eduarda Morgana da Silva Montenegro Malaguti de Souza
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08028-1 - CEGH-CEL - Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco, AP.CEPID
Bolsa(s) vinculada(s):18/13743-5 - Análise de Big Data de variantes genômicas em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista e validação de novos genes candidatos, BE.EP.DR
Assunto(s):Transtorno autístico   Exoma   Pais

Resumo

O transtorno do espectro autista (TEA) possui como principais características: a dificuldade persistente na comunicação e interação social, assim como a presença de padrões restritos e repetitivos de comportamento e interesses. Estima-se que 1% da população mundial possa receber o diagnóstico de TEA. Estudos mostram que a contribuição genética para o transtorno é alta, com herdabilidade em torno de 90%. Um importante desafio atual na área de genética do TEA é saber quantas e quais são as variantes genéticas patogênicas que contribuem para o fenótipo. Sabidamente os indivíduos com TEA possuem um número maior de alterações de novo quando comparados à população geral. Entretanto, são poucos os casos em que uma única alteração de novo no paciente, seja penetrante o suficiente para justificar o fenótipo. Assim, acredita-se que as demais variantes herdadas contribuam para o desenvolvimento do fenótipo, mas elencá-las para inferir seu papel no transtorno ainda é um grande desafio. Diante do exposto, nossa hipótese é que as alterações herdadas que possuem maior chance de estarem associadas ao TEA são as que surgiram de novo nos pais desses indivíduos, presentes principalmente em genes que possam estar relacionados ao fenótipo. Com este intuito, será realizada o sequenciamento do exoma em 30 famílias (210 indivíduos), constituídas de probandos, pais e avós, em que esperamos detectar variantes de risco de novo em cerca de 20% das famílias testadas. Além disso, esperamos verificar se há diferenças no número de variantes de novo identificadas nos pais, em relação aos probandos e à população normal. Essa análise conjunta de trios e avós é inédita, e acreditamos que será possível estabelecer a relevância das variantes de novo nos pais para esses casos, assim como contribuir para a inclusão de novas variantes e genes candidatos para a etiologia do TEA. (AU)

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.