| Processo: | 17/09398-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia |
| Pesquisador responsável: | Anselmo Sigari Moriscot |
| Beneficiário: | André Cruz de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/04090-0 - Identificação e caracterização de mecanismos envolvidos no controle de massa e regeneração do músculo estriado esquelético, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/06819-8 - Impacto da ação de MuRF-1 e MuRF-2 na atrofia muscular esquelética durante hipertireoidismo experimental, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Sistema musculoesquelético Plasticidade muscular Atrofia muscular Hipertireoidismo Hormônios tireóideos Miostatina Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atrofia Muscular Esquelética | hormônio tireoidiano | Miostatina | Plasticidade Muscular Esquelética |
Resumo Os hormônios tireoidianos são de fundamental importância na sinalização de processos celulares. A forma ativa desses hormônios, o T3, pode agir inibindo ou induzindo a transcrição de genes por meio de seus efeitos genômicos e não genômicos. No músculo esquelético o hipertireoidismo ocasiona aumento da proteólise e atrofia. Entretanto o estabelecimento do fenótipo atrófico pode estar relacionado também com inibição da síntese. Uma das principais vias de síntese é Akt/mTOR, contudo o conhecimento sobre seu status no músculo esquelético sob ação de T3 ainda é escasso. Além disso em casos de atrofia a via Akt/mTOR está sobre regulação negativa da via da miostatina através de sua atividade em TORC1, entretanto os mecanismos moleculares pelos quais isso ocorre ainda não estão bem entendidos. A análise de microarray possibilitou verificar a queda expressiva de Raptor, subunidade fundamental para o funcionamento de mTOR e assim para tradução. Dessa forma o objetivo desse trabalho é verificar a ação da via da miostatina sobre a atividade de Akt/mTOr no músculo esquelético durante hipertireoidismo induzido. Para tanto, ratos Wistar foram tratados diariamente com 20 doses fisiológica de T3 por 1,7 e 14 dias. Foi possível observar hipertrofia cardíaca, alteração do padrão metabolico das fibras, além da diminuição da massa do músculo esquelético e da área de secção transversal do mesmo, durante o tratamento em longo prazo. Análise por qPCR mostrou uma rápida diminuição da expressão de folistatina, um inibidor endógeno de miostatina, enquanto há o aumento da expressão da mesma, sugerindo um maior impacto dessa via sobre mTORC1. Corroborando essa hipótese é possível verificar a queda na expressão proteíca de Raptor, mTOR fosforilado e P70s6k fosforilado, indicando a diminuição da síntese. Dessa forma, manipular a via da miostatina, utilizando microRNAS in vivo e in vitro, para restaurar o funcionamento de mTORC1 pode permitir diminuir a atrofia ou até mesmo induzir efeitos hipertróficos do T3 no músculo esquelético. (AU) | |
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