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Avaliação da competência de cães domésticos como hospedeiros amplificadores da bactéria Rickettsia rickettsii para Carrapatos Amblyomma aureolatum e modelagem espacial ecológica preditiva para ocorrência de Febre Maculosa Brasileira no Estado de São Paulo

Processo: 17/05255-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2017
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Adriano Pinter dos Santos
Beneficiário:Claudia Araujo Scinachi
Instituição-sede: Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/13505-0 - Modelagem ecológica preditiva para a aocorrência de Febre Maculosa Brasileira no Estado de São Paulo, BE.EP.DR
Assunto(s):Amblyomma aureolatum   Rickettsia rickettsii   Febre maculosa   Cães

Resumo

A Febre Maculosa Brasileira (FMB) é uma zoonose transmitida por vetores que tem como agente patogênico, bactérias da espécie Rickettsia rickettsii. Na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) o vetor incriminado na transmissão é o carrapato Amblyomma aureolatum, que depende de características ambientais típicas do bioma Mata Atlântica para sobreviver. Cães domésticos são os principais hospedeiros do estágio adulto do carrapato em áreas de matriz urbana próxima a áreas de mata fragmentada, e participam do ciclo da doença ao carrear carrapatos infectados da mata para o ambiente antrópico. Sabe-se que os hospedeiros amplificadores são importantes na epidemiologia da FBM, uma vez que aumentam o número de carrapatos infectados na natureza. Com o objetivo de elucidar as lacunas existentes com relação a FMB na RMSP, o presente estudo pretende testar a hipótese de que cães domésticos sejam hospedeiros amplificadores da bactéria R. rickettsii para carrapatos da espécie A. aureolatum. Além disso, esse trabalho pretende determinar, por meio de modelagem espacial, quais áreas são mais ou menos propensas a apresentarem casos de FMB. Levando em consideração as condições necessárias para ocorrência do vetor A. aureolatum, assim como os aspectos de estrutura de paisagem que facilitam a interação do vetor com seus hospedeiros no ambiente, é possível criar um modelos que auxilie na antecipação da ocorrência da doença, facilitando o processo de vigilância epidemiológica ao permitir a avaliação de áreas prioritárias para ações preventivas e/ou de controle. (AU)