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Áreas verdes como filtro de poluentes atmosféricos, de origem veicular, na cidade de São Paulo

Processo: 17/10514-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2017
Vigência (Término): 31 de maio de 2018
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Thais Mauad
Beneficiário:Marceli Barros Brito
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/21728-2 - Uso de modernas técnicas de autópsia na investigação de doenças humanas (MODAU), AP.TEM
Assunto(s):Cascas (planta)   Monitoramento biológico   Poluição atmosférica   Material particulado

Resumo

A Poluição atmosférica é determinada por fontes fixas e móveis, sendo essa última caracterizada como a principal fonte poluente. Os veículos automotores, são fontes móveis poluentes, e o estado de São Paulo detém 40% da frota automotiva do país. Dentre os principais poluentes relacionados ao processo de combustão, estão as partículas inaláveis Finas (MP2,5) e Partículas Inaláveis (MP10). O material particulado é uma mistura complexa de sólidos com diâmetro reduzido, cujos componentes apresentam características físicas e químicas diversas. O biomonitoramento ocorre quando se utiliza de organismos vivos para a obtenção de informações sobre características presentes na biosfera. A técnica de biomonitoramento utilizando cascas de árvores permite criar uma distribuição espacial dos poluentes. As espécies escolhidas para o desenvolvimento do projeto foram a Tipuana tipu e Poincianella pluviosa (former Caesalpinia pluviosa) por apresentarem ampla distribuição na Região Metropolitana de São Paulo. O objetivo deste trabalho é verificar se as áreas verdes exercem função de filtro de poluentes atmosféricos de origem veicular e se existe relação entre o tipo de vegetação e a quantidade de elementos químicos encontrados na casca de árvores. (AU)