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Investigação de alvos terapêuticos a partir de redes de expressão gênica de membros da via TGF-b associados a progressão tumoral de ependimomas de pior prognóstico

Processo: 16/19799-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2017
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Luiz Gonzaga Tone
Beneficiário:Keteryne Rodrigues da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/20341-0 - Interação entre alvos terapêuticos emergentes e vias de desenvolvimento associadas à tumorigênese: ênfase em neoplasias da criança e do adolescente, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):18/25924-4 - Compreender a resistência ao tratamento e avaliar novas terapias para o ependimoma pediátrico, BE.EP.DR
Assunto(s):Oncologia pediátrica   Ependimoma

Resumo

O ependimoma (EPN) é a terceira neoplasia cerebral mais comum na infância, acometendo a região intracraniana em 90% dos casos. O tratamento utilizado atualmente inclui a ressecção do tumor seguida de radiação, porém mesmo após o tratamento, muitos pacientes vão a óbito devido à resistência às terapias e à recorrência do tumor. O EPN é uma doença heterogênea, da qual os piores prognósticos estão representados pelos subgrupos moleculares EPN-RELA e PF-EPN-A sendo este último caracterizado, dentre outras alterações, pela hiperexpressão de genes associados à via de sinalização TGF-b. A via de sinalização TGF-b está envolvida nos processos de proliferação, diferenciação, adesão e migração celular, atuando também nos processos de angiogênese e apoptose. Esta via pode atuar tanto como supressor quanto promotor tumoral, dependendo do tipo celular e de seu microambiente. Alguns trabalhos mostraram que componentes da via TGF-b estão alterados no ependimoma, porém nenhum estudo até então demonstrou os possíveis efeitos da atividade desta via na biologia do EPN, bem como as consequências da modulação de seus alvos na progressão tumoral desta neoplasia. A utilização de métodos genômicos de alto rendimento e abordagens computacionais mais recentes torna possível a análise de interações moleculares complexas, modelando-as como redes de interação favorecendo a descoberta de alvos moleculares mais específicos a serem utilizados na terapia dos tumores ependimários de pior prognóstico. Assim, este trabalho tem como objetivo identificar módulos transcricionais envolvidos na via TGF-b e estudar o papel desses genes na biologia do EPN, visando a identificação de potenciais alvos terapêuticos, que possam ser utilizados no tratamento desta neoplasia. (AU)