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Estratigrafia magnética do Grupo Araras e suas implicações paleoambientais e paleogeográficas

Processo: 17/11590-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2017
Vigência (Término): 31 de julho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica
Pesquisador responsável:Ricardo Ivan Ferreira da Trindade
Beneficiário:Caio Augusto Deiroz Amaral
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/06114-6 - O Sistema Terra e a evolução da vida durante o Neoproterozoico, AP.TEM
Assunto(s):Carbonatos   Neoproterozoico   Paleomagnetismo   Paleogeografia

Resumo

Esse projeto tem como objetivo gerar novos dados paleomagnéticos no intervalo de idades Ediacarano-Cambriano para os carbonatos do Grupo Araras (MT) e sucessões correlatas encontradas no Mato Grosso do Sul e em Rondônia para testar a configuração paleogeográfica do Gondwana e as hipóteses de saída das glaciações extremas do Neoproterozoico. As amostras paleomagnéticas já foram coletada nas localidades de Tangará da Serra (MT) e Espigão d'Oeste (RO), compreendendo cerca de 60 níveis estratigráficos. Amostragens para testes de estabilidade (teste da dobra) foram também efetuadas. O projeto é parte de um esforço de pesquisa mais abrangente que procura reconstruir a paleogeografia do planeta e estabelecer sua relação com as importantes mudanças paleoambientais (clima, composição da atmosfera e dos oceanos) que precedem o surgimento dos organismos multi-celulares. (AU)