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Efeitos da fotobiomodulação no processo de consolidação ósseo: modelo de defeito crítico na calvária de ratos

Processo: 17/05192-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Ana Claudia Muniz Renno
Beneficiário:Gabriela Sodano Fernandes
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Assunto(s):Biovidro   Biomateriais   Biotecnologia   Reparo ósseo   Colágeno   Terapia a laser de baixa intensidade   Modelos animais

Resumo

Durante o processo de reparo ósseo, cerca de 5 a 10% dos casos podem culminar em um processo de consolidação anormal e resultar em um atraso na consolidação ou não união óssea. Uma vez este quadro instalado, pode gerar prejuízos na qualidade de vida destes indivíduos, altos índices de morbimortalidade e elevados custos ao sistema de saúde. Desta forma, se faz necessário a investigação de tratamentos que apresentem potencial osteogênico e que tenham a capacidade de acelerar o processo de reparo ósseo. Dentre estes recursos, pode-se evidenciar a aplicação de biomateriais, por exemplo, os materiais bioativos, como o biovidro e a utilização de outros materiais como o colágeno. Além disso, a fotobiomodulação também é amplamente utilizado para acelerar o metabolismo ósseo e a associação deste recurso com os biomateriais vem sendo investigada por alguns autores. No entanto, não existem estudos que demonstrem a utilização desses recursos associados no processo de reparo ósseo. Desta forma, o objetivo do presente estudo é avaliar através de um estudo in vivo, os efeitos destes compósitos associados ou não a fotobiomodulação, no reparo de defeitos críticos induzidos em calota craniana de ratos. Para isto, serão utilizados 60 ratos Wistar, submetidos ao procedimento cirúrgico para realização dos defeitos ósseos na calota craniana e randomizados em 6 grupos: Controle; grupo PBM; BG; BG e PBM; BG/Col e BG/Col e PBM. Os animais serão eutanaziados 45 dias após a realização dos defeitos ósseos. Serão realizadas as seguintes análises: análise histopatológica, morfométrica e imunohistoquímica. (AU)

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