| Processo: | 17/05920-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica |
| Pesquisador responsável: | Mônica Tallarico Pupo |
| Beneficiário: | Gabriela Toninato de Paula |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Actinobacteria Mycocepurus goeldii Simbiose Produtos naturais Química de produtos naturais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | actinobactéria | Escovopsis | Mycocepurus goeldii | Produtos Naturais | Simbiose | Química de Produtos Naturais |
Resumo A função ecológica das defesas químicas produzidas por bactérias simbiontes de formigas agricultoras (inibir o crescimento de fungos patogênicos preservando os jardins de fungo-alimento e o inseto hospedeiro) está alinhada aos requerimentos terapêuticos para antifúngicos, anticancerígenos e antiparasitários. A caracterização química e biológica preliminar da actinobactéria MG28-1.10, isolada a partir de machos alados coletados antes do voo nupcial de formigas agricultoras da espécie Mycocepurus goeldii, forneceu subsídios para que este micro-organismo fosse selecionado como objeto de estudo deste projeto de Iniciação Científica. Este projeto propõe, portanto, o estudo químico dessa actinobactéria, como também o estudo de sua interação ecológica com fungos do gênero Escovopsis, patógenos específicos de jardins de fungos. Para o desenvolvimento desse trabalho a linhagem MG28-1.10 será cultivada em escala ampliada para a obtenção de extratos, análise do perfil químico, isolamento de substâncias ativas frente ao fungo Escovopsis bem como a realização de diferentes técnicas de co-cultivo com os micro-organismos MG28-1.10 e Escovopsis. Com isso, esse projeto irá contribuir para o sucesso da identificação de novas substâncias bioativas, utilizando estratégias baseadas nas interações químicas e ecológicas entre micro-organismos simbiontes de formigas agricultoras e fungos patógenos de jardins de fungo-alimento. | |
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