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Desempenho da lima ácida Tahiti sobre diferentes porta-enxertos

Processo: 17/08063-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2017
Vigência (Término): 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Evandro Henrique Schinor
Beneficiário:Bruna Aparecida Bettini
Instituição-sede: Centro de Ciências Agrárias (CCA). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Araras , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/18605-0 - Obtenção e avaliação de novas variedades copas e porta-enxertos para citricultura de mesa, AP.TEM
Assunto(s):Produtividade   Limão   Fruticultura

Resumo

A lima ácida Tahiti é mais conhecida popularmente no Brasil como limão Tahiti é uma das frutas mais produzidas no estado de São Paulo tendo a região noroeste como o principal polo produtor. No ano de 2015 e 2016, os preços e as vendas surpreenderam com as grandes altas, despertando interesse nos produtores para a ampliação dos plantios comerciais. Porém, há sempre prejuízos e perdas para os produtores devido a várias doenças e pragas existentes. Para diminuir esses prejuízos, deve-se utilizar porta-enxerto adequado à variedade-copa escolhida. Assim, os porta-enxertos na citricultura, são utilizados para oferecer boas características agronômicas às variedades-copa, pois influenciam no seu crescimento, precocidade de produção, época de maturação e peso dos frutos, permanência dos frutos na planta, capacidade de absorção, síntese e utilização de nutrientes, tolerância à salinidade, resistência à seca e ao frio, resistência ou tolerância a doenças e pragas, entre outras. A literatura relata um reduzido número de trabalhos realizados com porta-enxertos para limão Tahiti. Portanto, o presente trabalho tem como objetivo avaliar o desempenho da lima ácida Tahiti em diferentes porta-enxerto. Para isso serão avaliados o desenvolvimento vegetativo, a fenologia e produção das plantas, as características físico-químicas dos frutos, a compatibilidade copa/porta-enxerto, a tolerância à seca, a detectação e quantificação da bactéria Candidatus Liberibacter asiaticus agente causal do Huanglongbing (HBL) e a durabilidade do fruto na pós-colheita, em um clone nucelar de Tahiti, denominado IAC-5, enxertado em treze citrandarins (híbridos de tangerina Sunki x Poncirus trifoliata), no limão Cravo (LC), Poncirus trifoliata Flying (FD) Dragon e na tangerina Sunki. O experimento foi estabelecido no Polo Centro Norte - APTA, localizado no município de Pindorama, SP, em março de 2013, em espaçamento de 7,0 m x 4,0 m, com três repetições e uma planta por parcela. (AU)