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Preferência por redistribuição de renda nas democracias latino americanas: o caso do Brasil

Processo: 17/09789-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2017
Vigência (Término): 31 de julho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política
Pesquisador responsável:Marta Teresa da Silva Arretche
Beneficiário:Victor Augusto Araújo Silva
Supervisor no Exterior: Pablo Beramendi
Instituição-sede: Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Duke University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:16/23215-0 - Federalismo fiscal e desigualdade territorial no Brasil, BP.DR
Assunto(s):Economia política   Desigualdade de renda   América Latina

Resumo

Quando e quais indivíduos apoiam a redistribuição de renda? De acordo com Piketty (1995) e Benabou and Ok (2001), a mobilidade econômica e social tende a criar um sentimento de intolerância à desigualdade. Esta pesquisa objetiva analisar as preferências individuais por redistribuição nas democracias Latino americanas. Nestes contextos, a variação do bem-estar dos indivíduos mais pobres depende fortemente da intervenção do Estado, razão pela qual nós deveríamos esperar uma associação entre a percepção de mobilidade econômica e social e o aumento da aversão à desigualdade. Para testar esse argumento, utilizando dados do Brasil - uma democracia com grande concentração de riqueza, taxa elevada de informalidade no mercado de trabalho e que adotou diferentes políticas de redistribuição de renda nas últimas décadas - utilizo um desenho quasi-experimental para testar o efeito do aumento do Bem-estar Subjetivo (BES) sobre o apoio dos indivíduos à redistribuição de renda.