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Genômica populacional e demografia histórica comparada de aves da Mata Atlântica: um teste da hipótese dos refúgios e do papel da distribuição altitudinal na filogeografia

Processo: 17/01211-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2017
Vigência (Término): 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Fábio Sarubbi Raposo do Amaral
Beneficiário:Camila Ingrid Marques Almeida
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/50297-0 - Dimensions US-BIOTA São Paulo: integrando disciplinas para a predição da biodiversidade da Floresta Atlântica no Brasil, AP.BTA.TEM
Assunto(s):Aves   Filogeografia   Mata Atlântica   Demografia histórica

Resumo

A Mata Atlântica possui centenas de espécies endêmicas de vertebrados, o que oferece oportunidades para testes de hipóteses em biologia evolutiva. A hipótese dos refúgios postula que a diversificação das linhagens neotropicais se deu pela expansão e retração das florestas em resposta às variações climáticas, e é um das possíveis explicações para a diversidade da Mata Atlântica. Estudos empíricos acumulados até o momento mostram padrões discordantes entre espécies simpátricas, e sugerem que atributos ecológicos específicos podem influenciar no tipo de resposta a um mesmo processo histórico. Além disso, a discordância entre estudos também pode ser relacionada à falta de poder estatístico e erros estocástico das inferências. Com base em 14 espécies co-distribuídas - mas que diferem em suas distribuições altitudinais - e um dos maiores datasets já utilizados em um estudo na Mata Atlântica (2500 loci), testaremos aqui as seguintes hipóteses: 1) populações de espécies florestais de aves da Mata Atlântica foram afetadas por flutuações climáticas recentes, e 2) a distribuição altitudinal é um bom preditor do tipo de resposta a um mesmo evento climático. Os resultados serão importantes não apenas para a compreensão dos processos históricos no bioma, mas também para prever os potenciais impactos futuros de mudanças climáticas na Mata Atlântica. (AU)

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