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Comparação da ativação do eixo imune-pineal entre processos inflamatórios sistêmicos letais e não-letais

Processo: 16/26081-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Pedro Augusto Carlos Magno Fernandes
Beneficiário:Leandro Tetsuo Mori
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Melatonina   Inflamação   Resposta inflamatória   Glândula pineal

Resumo

A melatonina produzida pela glândula pineal durante a fase de escuro ambiental controla o sistema oscilatório endógeno de mamíferos, ajustando a atividade de vários órgãos, tecidos e células. A melatonina noturna diminui, por exemplo, a expressão de moléculas de adesão do endotélio vascular reduzindo a migração de células imunocompetentes entre a circulação e tecidos. Durante a montagem de respostas inflamatórias, mediadores neuroimunoendócrinos bloqueiam a síntese de melatonina pela pineal facilitando a migração de leucócitos para o local lesionado. Além da síntese pela glândula pineal, a produção extra-pineal de melatonina regula localmente processos fisiológicos e fisiopatológicos. Durante respostas de defesa, a melatonina produzida por linfócitos e macrófagos modula a produção de citocinas de leucócitos e aumenta a capacidade fagocítica de macrófagos. Deste modo, a montagem adequada de processos de defesa é ajustada pela mudança temporal das fontes produtoras de melatonina. Por outro lado, respostas inflamatórias desreguladas podem levar à morte e pouco se sabe sobre a ativação deste eixo imune-pineal nestes contextos. Neste projeto, compararemos a ativação do eixo imune-pineal (inibição/estimulação da produção de melatonina pela pineal e células imunocompetentes) em ratos injetados com doses letais e não letais de LPS. Nossa hipótese é que o perfil de ativação deste eixo em situações letais esteja alterado e que a modulação do sistema melatonérgico aumentará a sobrevivência dos animais injetados com doses letais de LPS. (AU)

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