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Identificação da variabilidade proteômica e suas modificações nas Leishmanias L. (V.) braziliensis, L. (L.) amazonensis e L. (L.) chagasi, utilizando uma abordagem shotgun protemics.

Processo: 16/23689-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2017
Vigência (Término): 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Giuseppe Palmisano
Beneficiário:Joyce Silva Saad
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/06863-3 - Modificações pós-traducionais para o diagnóstico de câncer e doenças parasitárias: abordagens metodológicas e implicações biológicas, AP.JP
Assunto(s):Leishmania   Proteínas   Leishmaniose   Proteômica

Resumo

A Leishmaniose é uma doença tropical presente em mais de 98 países sendo a segunda parasitose mais comum, depois da malária, resultando em 20.000-30.000 mortes anualmente. É causada pelo protozoário flagelado do gênero Leishmania, compreendendo mais de 20 espécies que levam a diferentes manifestações de Leishmanioses como leishmaniose visceral, cutânea, cutâneo-mucosa e cutâneo-difusa.Por muitas vezes assintomáticas as Leishmanioses são de difícil diagnóstico, sendo os métodos imunológicos e moleculares ainda os mais utilizados. A proteômica que tem como metodologia central a espectrometria de massas tem auxiliado os métodos imunológicos e moleculares a uma melhor compreensão do papel biológico durante a doença e as interações virulência-patogenicidade e patógeno-hospedeiro. Este projeto tem como objetivo a comparação do proteoma e suas modificações pós-traducionais (fosforilação e glicosilação) de três espécies de Leishmania como L. braziliensis, L. amazonensis e L. chagasi. Essas analises serão fundamentais para gerar um mapa proteômico que fornecerá: 1) um banco de dados para a comunidade científica, 2) a reanotação do genoma dessas espécies com metodologia de proteogenômica e 3) a possibilidade de melhor compreensão da sinalização intracelular e a sua relação com as formas de manifestação da doença. (AU)