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Estabilidade funcional de macroinvertebrados bioindicadores em riachos na microbacia do rio Branco - Itanhaém / SP

Processo: 17/06983-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2017
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Victor Satoru Saito
Beneficiário:Daniele Toyama
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Monitoramento ambiental   Monitoramento biológico   Indicadores biológicos   Fauna bentônica   Antropia   Rio Itanhaém   Mata Atlântica

Resumo

O biomonitoramento revela ínfimas mudanças ambientais através da resposta dos organismos aquáticos, e a fauna de macroinvertebrados vem sido amplamente utilizada para estes estudos, uma vez que essa abordagem possui baixo custo operacional e os organismos respondem a um amplo espectro de níveis e tipos de poluição. Dentro desta abordagem, a utilização de atributos funcionais da comunidade, área de pesquisa recente e promissora, possui o potencial de gerar explicações mecanísticas dos impactos antrópicos. Na bacia do Rio Itanhaém (Itanhaém/SP), existe em andamento o Programa de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração, intitulado "Rios e riachos costeiros da Bacia do Rio Itanhaém", que coleta dados para geração de informação em larga escala temporal. O projeto aqui apresentado insere-se nesse Programa e objetiva testar a estabilidade de métricas de biomonitoramento de riachos na bacia do rio Itanhaém, através da abordagem funcional e da descrição da variação temporal na comunidade de macroinvertebrados bentônicos. Para realizar esse trabalho, serão utilizadas amostras coletadas na microbacia do rio Branco ao longo dos últimos três anos. O material será identificado sob estereomicroscópios, com auxílio de chaves de identificação. Espera-se que as comunidades estudadas possuam uma alta variação em métricas indicadoras baseadas em riqueza e abundância, porém, que haja baixa variação na estrutura funcional das comunidades, provendo estabilidade nas funções ecossistêmicas dos riachos ao longo do tempo. (AU)