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Avaliação dos potenciais biomarcadores RKIP e SDHB nos tumores estromais gastrointestinais (GISTs)

Processo: 17/05843-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2017
Vigência (Término): 30 de junho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Rui Manuel Vieira Reis
Beneficiário:Richard Lucas Konichi Dias
Instituição-sede: Hospital do Câncer de Barretos. Fundação Pio XII (FP). Barretos , SP, Brasil
Assunto(s):Imuno-histoquímica   Tumores do estroma gastrointestinal   Biomarcadores tumorais

Resumo

Os tumores estromais gastrointestinais (GISTs) são as neoplasias de origem estromal mais comuns no trato grastrointestinal. Mutações nos oncogenes KIT/PDGFRA estão presentes em cerca de 85% destas neoplasias. Elas induzem ativação constitutiva de vias de proliferação e sobrevivência celular e por isso atualmente são alvos do tratamento molecular dirigido com o fármaco Imatinibe. Nosso grupo previamente identificou a perda de expressão de uma molécula supressora de metástase, a RKIP, em cerca de 17% dos GISTs. Observamos uma tendência dos casos com perda de expressão de RKIP a terem uma pior sobrevida global, no entanto, o número pequeno de amostras impossibilitou a associação ao prognóstico com significância estatística. Mais recentemente foi demonstrado importância central da perda de expressão de SDHB nos GISTs KIT/PDGFRA selvagens. Terapeuticamente os casos com alteração de SDHB não são respondedores ao Imatinibe. Neste sentido, o melhor entendimento de novos mecanismos na patogênese dos GISTs facilitará a identificação de novas e eficazes terapias alvo. O objetivo deste trabalho é avaliar a expressão de dois potenciais biomarcadores, RKIP e SDHB, em uma série de 200 casos de GIST e correlacionar com os dados clinico patológicos e moleculares (mutações de KIT, PDGFRA e BRAF) dos pacientes. A imunohistoquimica será realizada segundo o método de streptovidina-peroxidase e a análise será realizada utilizando o seguinte score: negativo (ausência de marcação (-) ou com marcação fraca (+)); e positivo (marcação moderada (++) ou forte (+++)). Os dados clínicos, moleculares e imunohistoquímicos de cada paciente serão coletados através da revisão dos prontuários e ficha de coleta de dados padronizada previamente. (AU)