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Co-benefícios da redução da poluição atmosférica oriunda de transporte de passageiros em São Paulo: avaliação econômica integrada dos impactos em saúde em diferentes cenários de emissão veicular.

Processo: 17/06670-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2017
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Paulo Hilário Nascimento Saldiva
Beneficiário:Patricia Ferrini Rodrigues
Instituição-sede: Instituto de Estudos Avançados (IEA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/21728-2 - Uso de modernas técnicas de autópsia na investigação de doenças humanas (MODAU), AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):18/03955-5 - Desenvolvimento de uma metodologia prática para avaliação dos impactos econômicos de doenças relacionadas poluição do ar na Cidade de São Paulo, BE.EP.PD
Assunto(s):Políticas públicas   Poluição atmosférica

Resumo

Reconhece-se cada vez mais que as estratégias para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) afetarão também numerosos fatores relacionados com a saúde pública. De todos os co-benefícios resultantes da mitigação de GEE, a redução da poluição do ar é de particular interesse, pois está relacionada com o aumento da taxa de mortalidade por causas cardiovasculares e respiratórias. Dentro desta abordagem, os transportes representam uma fonte importante de poluição do ar em áreas urbanas. Em São Paulo, a área de estudo deste projeto, o trânsito é a principal fonte de material particulado. A quantificação econômica decorrente da melhoria da saúde e consequente diminuição dos custos dos tratamentos médicos é fundamental para a formulação de políticas públicas.Baseando-se numa cooperação interdisciplinar nos domínios da poluição atmosférica (exposição às partículas), epidemiologia (impactos em saúde) e economia (determinação dos custos diretos e indiretos), este projeto visa quantificar economicamente os impactos em saúde (morbidade e mortalidade) provocados por diferentes cenários de emissão veicular por transporte de passageiros na cidade de São Paulo, bem como quantificar, nos mesmos cenários, a emissão de GEE. Para tal, adota como poluente de referência o PM2.5 e as principais doenças associadas à exposição a estas partículas. Os diferentes cenários de emissão veicular são obtidos através de modelagem com escala temporal entre 2010 e 2050, adotando-se como parâmetros variáveis as mudanças comportamentais nos condutores e mudanças na participação de mercado de cada tipo de combustível. Espera-se que os resultados sirvam de referência para o planejamento de políticas públicas que visam reduzir a poluição devida ao transporte de passageiros na cidade de São Paulo. (AU)

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