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Avaliação do potencial de produção da proteína recombinante alfa-Glicosidase ácida na linhagem celular humana HKB-11

Processo: 17/06338-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2017
Vigência (Término): 31 de outubro de 2019
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química
Pesquisador responsável:Kamilla Swiech Antonietto
Beneficiário:Matheus Henrique dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/04629-8 - Estabelecimento de uma plataforma de produção de proteínas recombinantes terapêuticas em células humanas, AP.JP
Bolsa(s) vinculada(s):19/00309-8 - Perfil de glicosilação da enzima recombinante alfa-glicosidase ácida produzida na linhagem celular humana HKB-11, BE.EP.IC
Assunto(s):Doença de depósito de glicogênio tipo II   Linhagem celular   Proteínas recombinantes   Terapia de reposição de enzimas   Meios de cultura livres de soro   Modelos animais de doenças

Resumo

O tratamento atual da doença de Pompe, pertencente a classe dos distúrbios de depósito lisossômico, é realizado por terapia de reposição enzimática utilizando a glicoproteína recombinante humana alfa-Glicosidase ácida, produzida em células de ovário de hamster chinês (CHO). Apesar dos resultados satisfatórios, casos de reações imunológicas graves têm sido reportados devido as diferenças entre a proteína recombinante e a nativa do organismo. Há um crescente entusiasmo em relação ao uso de linhagens celulares humanas como plataforma para produção de glicoproteínas recombinantes, por conta de sua capacidade de produzir glicoproteínas o mais próximo possível àquelas encontradas naturalmente no corpo humano, minimizando as possíveis reações imunogênicas. Frente ao exposto o presente trabalho tem como objetivo avaliar o potencial de produção da glicoproteína recombinante humana ±-Glicosidase ácida pela linhagem celular humana HKB-11. Para isto, as células HKB-11 serão geneticamente modificadas e cultivadas em meio livre de soro fetal bovino e em suspensão, condições compatíveis com a escala industrial. Após a modificação gênica será caracterizada a cinética de crescimento e o metabolismo celular bem como a cinética de produção da enzima. Espera-se com este trabalho, avaliar a possibilidade de estabelecimento de uma plataforma alternativa de produção desta enzima, capaz de gerar um produtor com menor imunogenicidade. (AU)