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Cooperação internacional, gênero e povos indígenas na Amazonia brasileira: etnografia de políticas norueguesas de cooperação para o desenvolvimento

Processo: 17/01712-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Antropologia
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Júlio Assis Simões
Beneficiário:Joaquim Pereira de Almeida Neto
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/13402-3 - Iguladade de Gênero na Cooperação Internacional Norueguesa para o Desenvolvimento: algumas confusões em torno de uma categoria, BE.EP.MS
Assunto(s):Povos indígenas   Cooperação internacional

Resumo

Este projeto de mestrado, mesclando discussões da área da antropologia da cooperação internacional e discussões de gênero, pretende realizar uma análise etnográfica crítica de como o conceito de gênero aparece em políticas financiadas e geridas por aparatos noruegueses de cooperação internacional e de ajuda para o desenvolvimento voltadas a povos indígenas na Amazônia brasileira. Em especial, pretende-se analisar quais seriam os desafios provocados, em termos institucionais, pela inclusão da pauta da igualdade de gênero dentro de políticas mais amplas e mais consolidadas, como a de proteção ambiental, por exemplo. Por ser uma pesquisa que se volta para a criação das políticas de cooperação internacional, e não para suas implementações, propõe-se uma etnografia institucional (ESCOBAR,1994) que visa tomar experts e especialistas em políticas de desenvolvimento como interlocutores. Espera-se com esta pesquisa uma contribuição não só para as discussões na área de antropologia do desenvolvimento, mas também para o debate acerca das questões de gênero junto aos povos indígenas e para as reflexões metodológicas acerca da realização de pesquisa com elites e segmentos dominantes. (AU)