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Caracterização e conservação pós-colheita de grumixama (Eugenia brasiliensis Lam.), nativa da Mata Atlântica, cultivada no estado de São Paulo

Processo: 17/14000-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de agosto de 2017
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Angelo Pedro Jacomino
Beneficiário:Thiago Machado da Silva Acioly
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/12606-3 - Frutas da Mata Atlântica potencialmente funcionais: caracterização, multiplicação de plantas e conservação pós-colheita, AP.TEM
Assunto(s):Eugenia brasiliensis   Pós-colheita   Qualidade dos alimentos   Conservação de alimentos   Fisiologia vegetal

Resumo

A ausência de padrão de qualidade para as espécies nativas da Mata Atlântica, como a grumixama (Eugenia brasiliensis Lam.), aliada à carência de tecnologias que possibilitem a conservação dos frutos coloca em risco a exploração do seu potencial comercial. Dessa forma, o objetivo deste trabalho é estudar a fisiologia e a conservação pós-colheita dos frutos de grumixama. O projeto será dividido em duas etapas. A primeira etapa visa determinar a influência do estádio de maturação na qualidade pós-colheita dos frutos, assim como estabelecer o ponto de colheita. A segunda etapa tem o objetivo de caracterizar a fisiologia pós-colheita dos frutos e definir a temperatura de armazenamento adequada para sua conservação. Os frutos serão analisados quanto à incidência de podridões, atividade respiratória, produção de etileno e características físico-químicas (perda de massa fresca, coloração da casca, firmeza, sólidos solúveis, acidez titulável, ácidos orgânicos, ácido ascórbico, açúcares solúveis totais, pectinas solúveis e totais, clorofilas totais, carotenóides totais, antocianinas totais, compostos fenólicos totais). Serão determinados também a atividade antioxidante (método ORAC e DPPH) e o perfil dos compostos voláteis. O delineamento estatístico será inteiramente casualizado, em esquema fatorial, com três repetições de dez a quinze frutos por tratamento. Os resultados serão submetidos à análise de variância e as médias serão comparadas pelo teste de Tukey (5%). As variáveis não paramétricas serão analisadas pelo teste de Kruskal-Wallis (5%). (AU)